Tecnologia do Blogger.

28/04/2014

EVENTO: 3ª Turnê Intrínseca - Brasília


Bom dia, leitores!

Vamos falar de eventos?

Hoje vamos divulgar um evento que já está em sua terceira edição: 3ª Turnê Intrínseca – Brasília.

O que é?

'' A Turnê Intrínseca busca aproximar a editora dos fã clubes e dos leitores, com apresentação de várias novidades e curiosidades, além do sorteio de livros e brindes exclusivos. E somente no dia do evento todos os livros da Intrínseca terão 20% de desconto. Haverá distribuição de 600 senhas a partir das 17h30 do dia 02/05.''

Quando?

Dia 02 de maio (sexta), às 19:30

Onde?

Livraria Cultura Casa Park



Link do evento: aqui.

Quem vamos? A Academia Literária DF vai marcar presença!


Leia Mais ►

25/04/2014

A Aia


Era uma vez um rei, moço e valente, senhor de um reino abundante em cidades e searas, que partira a batalhar por terras distantes, deixando solitária e triste a sua rainha e um filhinho, que ainda vivia no seu berço, dentro das suas faixas.
A lua cheia que o vira marchar, levado no seu sonho de conquista e de fama, começava a minguar, quando um dos seus cavaleiros apareceu, com as armas rotas, negro do sangue seco e do pó dos caminhos, trazendo a amarga nova de uma batalha perdida e da morte do rei, trespassado por sete lanças entre a flor da sua nobreza, à beira de um grande rio.
A rainha chorou magnificamente o rei. Chorou ainda desoladamente o esposo, que era formoso e alegre. Mas, sobretudo, chorou ansiosamente o pai, que assim deixava o filhinho desamparado, no meio de tantos inimigos da sua frágil vida e do reino que seria seu, sem um braço que o defendesse, forte pela força e forte pelo amor.
Desses inimigos o mais temeroso era seu tio, irmão bastardo do rei, homem depravado e bravio; consumido de cobiças grosseiras, desejando só a realeza por causa dos seus tesouros, e que havia anos vivia num castelo sobre os montes, com uma horda de rebeldes, à maneira de um lobo que, de atalaia no seu fojo, espera a presa. Ai! A presa agora era aquela criancinha, rei de mama, senhor de tantas províncias, e que dormia no seu berço com seu guizo de ouro fechado na mão!
Ao lado dele, outro menino dormia noutro berço. Mas era um escravozinho, filho da bela e robusta escrava que amamentava o príncipe. Ambos tinham nascido na mesma noite de verão. O mesmo seio os criara. Quando a rainha, antes de adormecer, vinha beijar o principezinho, que tinha o cabelo louro e fino, beijava também, por amor dele, o escravozinho, que tinha o cabelo negro e crespo. Os olhos de ambos reluziam como pedras preciosas. Somente, o berço de um era magnífico de marfim entre brocados, e o berço de outro pobre e de verga. A leal escrava, porém, a ambos cercava de carinho igual, porque, se um era o seu filho, o outro seria o seu rei.
Nascida naquela casa real, ela tinha a paixão, a religião dos seus senhores. Nenhum pranto correra mais sentidamente do que o seu pelo rei morto à beira do grande rio. Pertencia, porém, a uma raça que acredita que a vida da terra se continua no céu. O rei seu amo, decerto, já estaria agora reinando em outro reino, para além das nuvens, abundante também em searas e cidades. O seu cavalo de batalha, as suas armas, os seus pajens tinham subido com ele às alturas. Os seus vassalos, que fossem morrendo, prontamente iriam, nesse reino celeste, retomar em torno dele a sua vassalagem. E ela, um dia, por seu turno, remontaria num raio de lua a habitar o palácio do seu senhor, e a fiar de novo o linho das suas túnicas, e a acender de novo a caçoleta dos seus perfumes: seria no céu como fora na terra e feliz na sua servidão.
Todavia, também ela tremia pelo seu principezinho! Quantas vezes, com ele pendurado do peito, pensava na sua fragilidade, na sua longa infância, nos anos lentos que correriam, antes que ele fosse ao menos do tamanho de uma espada, e naquele tio cruel, de face mais escura que a noite e coração mais escuro que a face, faminto do trono, e espreitando de cima do seu rochedo entre os alfanjes da sua horda! Pobre principezinho da sua alma! Com uma ternura maior o apertava nos braços. Mas o seu filho chalrava ao lado, era para ele que os seus braços corriam com um ardor mais feliz. Esse, na sua indigência, nada tinha a recear a vida. Desgraças, assaltos da sorte má nunca o poderiam deixar mais despido das glórias e bens do mundo do que já estava ali no seu berço, sob o pedaço de linho branco que resguardava a sua nudez. A existência, na verdade, era para ele mais preciosa e digna de ser conservada que a do seu príncipe, porque nenhum dos duros cuidados com que ela enegrece a alma dos senhores roçaria sequer a sua alma livre e simples de escravo. E, como se o amasse mais por aquela humildade ditosa, cobria o seu corpinho gordo de beijos pesados e devoradores, dos beijos que ela fazia ligeiros sobre as mãos do seu príncipe.
No entanto, um grande temor enchia o palácio, onde agora reinava uma mulher entre mulheres. O bastardo, o homem de rapina, que errava no cimo das serras, descera à planície com a sua horda, e já através de casais e aldeias felizes ia deixando um sulco de matança e ruínas. As portas da cidade tinham sido seguras com cadeias mais fortes. Nas atalaias ardiam lumes mais altos. Mas à defesa faltava disciplina viril. Uma roca não governa como uma espada. Toda a nobreza fiel perecera na grande batalha. E a rainha desventurosa apenas sabia correr a cada instante ao berço do seu filhinho e chorar sobre ele a sua fraqueza de viúva. Só a ama leal parecia segura, como se os braços em que estreitava o seu príncipe fossem muralhas de uma cidadela que nenhuma audácia pode transpor.
Ora uma noite, noite de silêncio e de escuridão, indo ela a adormecer, já despida, no seu catre, entre os seus dois meninos, adivinhou, mais que sentiu, um curto rumor de ferro e de briga, longe, à entrada dos vergéis reais. Embrulhada à pressa num pano, atirando os cabelos para trás, escutou ansiosamente. Na terra areada, entre os jasmineiros, corriam passos pesados e rudes. Depois houve um gemido, um corpo tombando molemente, sobre lajes, como um fardo. Descerrou violentamente a cortina. E além, ao fundo da galeria, avistou homens, um clarão de lanternas, brilhos de armas... Num relance tudo compreendeu: o palácio surpreendido, o bastardo cruel vindo roubar, matar o seu príncipe! Então, rapidamente, sem uma vacilação, uma dúvida, arrebatou o príncipe do seu berço de marfim, atirou-o para o pobre berço de verga, e, tirando o seu filho do berço servil, entre beijos desesperados, deitou-o no berço real que cobriu com um brocado.
Bruscamente um homem enorme, de face flamejante, com um manto negro sobre a cota de malha, surgiu à porta da câmara, entre outros, que erguiam lanternas. Olhou, correu o berço de marfim onde os brocados luziam, arrancou a criança como se arranca uma bolsa de oiro, e, abafando os seus gritos no manto, abalou furiosamente.
O príncipe dormia no seu novo berço. A ama ficara imóvel no silêncio e na treva.
Mas brados de alarme atroaram, de repente, o palácio. Pelas janelas perpassou o longo flamejar das tochas. Os pátios ressoavam com o bater das armas. E desgrenhada, quase nua, a rainha invadiu a câmara, entre as aias, gritando pelo seu filho! Ao avistar o berço de marfim, com as roupas desmanchadas, vazio, caiu sobre as lajes num choro, despedaçada. Então, calada, muito lenta, muito pálida, a ama descobriu o pobre berço de verga... O príncipe lá estava quieto, adormecido, num sonho que o fazia sorrir, lhe iluminava toda a face entre os seus cabelos de oiro. A mãe caiu sobre o berço, com um suspiro, como cai um corpo morto.
E nesse instante um novo clamor abalou a galeria de mármore. Era o capitão das guardas, a sua gente fiel. Nos seus clamores havia, porém, mais tristeza que triunfo. O bastardo morrera! Colhido, ao fugir, entre o palácio e a cidadela, esmagado pela forte legião de archeiros, sucumbira, ele e vinte da sua horda. O seu corpo lá ficara, com flechas no flanco, numa poça de sangue. Mas, ai dor sem nome! O corpinho tenro do príncipe lá ficara também envolto num manto, já frio, roxo ainda das mãos ferozes que o tinham esganado! Assim tumultuosamente lançavam a nova cruel os homens de armas, quando a rainha, deslumbrada, com lágrimas entre risos, ergueu nos braços, para lho mostrar, o príncipe que despertara.
Foi um espanto, uma aclamação. Quem o salvara? Quem?... Lá estava junto do berço de marfim vazio, muda e hirta, aquela que o salvara! Serva sublimemente leal! Fora ela que, para conservar a vida ao seu príncipe, mandara à morte o seu filho... Então, só então, a mãe ditosa, emergindo da sua alegria extática, abraçou apaixonadamente a mãe dolorosa, e a beijou, e lhe chamou irmã do seu coração... E de entre aquela multidão que se apertava na galeria veio uma nova, ardente aclamação, com súplicas de que fosse recompensada magnificamente a serva admirável que salvara o rei e o reino.
Mas como? Que bolas de ouro podem pagar um filho? Então um velho de casta nobre lembrou que ela fosse levada ao Tesouro real, e escolhesse de entre essas riquezas, que eram como as maiores dos maiores tesouros da Índia, todas as que o seu desejo apetecesse...
A rainha tomou a mão da serva. E sem que a sua face de mármore perdesse a rigidez, com um andar de morta, como um sonho, ela foi assim conduzida para a Câmara dos Tesouros. Senhores, aias, homens de armas, seguiam, num respeito tão comovido, que apenas se ouvia o roçar das sandálias nas lajes. As espessas portas do Tesouro rodaram lentamente. E, quando um servo destrancou as janelas, a luz da madrugada, já clara e rósea, entrando pelos gradeamentos de ferro, acendeu um maravilhoso e faiscante incêndio de ouro e pedrarias! Do chão de rocha até às sombrias abóbadas, por toda a câmara, reluziam, cintilavam, refulgiam os escudos de oiro, as armas marchetadas, os montões de diamantes, as pilhas de moedas, os longos fios de pérolas, todas as riquezas daquele reino, acumuladas por cem reis durante vinte séculos. Um longo – Ah! – lento e maravilhado, passou por sobre a turba que emudecera. Depois houve um silêncio ansioso. E no meio da câmara, envolta na refulgência preciosa, a ama não se movia... Apenas os seus olhos, brilhantes e secos, se tinham erguido para aquele céu que, além das grades, se tingia de rosa e de ouro. Era lá, nesse céu fresco de madrugada, que estava agora o seu menino. Estava lá, e já o Sol se erguia, e era tarde, e o seu menino chorava decerto, e procurava o seu peito!... E então a ama sorriu e estendeu a mão. Todos seguiam, sem respirar aquele lento mover da sua mão aberta. Que joia maravilhosa, que fio de diamantes, que punhado de rubis ia ela escolher?
A ama estendia a mão, e sobre um escabelo ao lado, entre um molho de armas, agarrou um punhal. Era um punhal de um velho rei, todo cravejado de esmeraldas, e que valia uma província.
Agarrara o punhal, e com ele apertado fortemente na mão, apontando para o céu, onde subiam os primeiros raios do Sol, encarou a rainha, a multidão, e gritou:
– Salvei o meu príncipe, e agora... vou dar de mamar ao meu filho.
E cravou o punhal no coração.


Eça de Queiroz




Leia Mais ►

24/04/2014

EVENTO: Mochila Literária - DF


Bom dia, leitores!                                             
Hoje trago uma ótima notícia para os amantes dos livros.
A Academia Literária DF, em parceria com o blog Leitora Sempre e o apoio da Livraria Cultura Casa Park, está organizando um evento super bacana: Mochila Literária - DF!

O que é?

''O Mochila Literária é uma turnê de escritores nacionais, idealizada pela escritora Adriana Vargas, que percorrerá as principais capitais brasileiras. No mês de maio o evento passará por três capitais do centro oeste brasileiro – Brasília, Goiânia, Campo Grande – trazendo além dos autores nacionais, vários blogs literários com o intuito de divulgar e promover o cenário literário nacional e regional. Na etapa Centro Oeste o evento terá um bate-papo com os autores e sessões de autógrafos, além da venda dos livros dos autores participantes.''


Quando?

Dia 24 de maio, a partir das 14:00.


Onde?

Livraria Cultura Casa Park, Brasília - DF


Links:

Página do Mochila Literária: aqui.
Evento: aqui.


Convidados?


Vários! Segue a lista abaixo dos 21 autores (isso mesmo, vinte e um!) que virão participar do mega evento: 

Clique para visualizar


Adriana Vargas

Adriana Vargas, formada em Direito pela UCDB, ganhou seu primeiro concurso literário aos 8 anos de idade. Coordenadora do Clube dos Novos Autores, Colunista da Revista internacional Divulga Escritores, tem o escopo de levar a literatura brasileira para fora de nosso País. Agente literária da Editora MODO e ganhadora do prêmio internacional INTERARTE com seu romance mitológico O Oitavo Pecado. Criou o projeto letras brasileiras, que tem como objetivo, publicar novos autores nas periferias de nosso País.


                                                                                                  Adriana Brazil

Natural do Rio de Janeiro, Adriana Brazil é casada e tem um filho de seis anos. Apaixonada pelas artes formou-se em Música na Escola Villa-Lobos. Cresceu ouvindo histórias carregadas de fantasia que seu pai contava, tornou-se então amante dos livros logo no início da adolescência, mantendo a literatura brasileira em primazia. Sua paixão pela escrita veio à tona em dezembro de 2009, quando nasceu seu romance, Outono de Sonhos, indicado ao prêmio Codex de Ouro 2011 nas categorias Romance e Designer de Capa, como também ao Prêmio Interarte 2012 na categoria Melhores Romances, organizado pela Academia de Letras e Artes de Goiás Velho. A estudante de Letras é também colunista da Revista Cristã. Atualmente, a autora participa ativamente dos eventos com o grupo Turnê Literária.


Camila Dornas
Moro em Brasília. Eterna amante dos Beatles e de boa música.Leitora fanática desde o momento em que entrei no mundo mágico que é uma biblioteca.Escritora por paixão.Ainda acredito no amor verdadeiro, do tipo que faz tudo valer a pena.Super hiperativa, compradora de livros compulsiva.Acho que na outra vida fui uma guerreira poderosa que dava a maior surra nos caras ruins...haha.Tremo de terror a vista de uma barata.Sou um pouquinho de tudo, me apaixono por tudo que é intenso, odeio coisas mornas,se é pra ser,que seja 100 por cento.E não confio em pessoas que não comam chocolate ou resistam ao charme de um cachorro. Autora do livro A linhagem. 


Dill Ferreira
Adilcilene A. Ferreira, Nasceu em Caiapônia Goiás, em 11 de julho. Reside em Rio Verde – GO, há mais de 20 anos, tendo o prazer de se considerar com dupla Naturalidade. Após participar de alguns concursos literários com suas ficções românticas, por curiosidade, e ficar muito bem colocada, ela decidiu dedicar-se ao universo literário que sempre a encantou e lhe permitiram viver lindas estórias, enquanto lia ou escrevia seus textos. Formada em Administração de Empresas, Dill Ferreira é casada e tem um filho.


Elaine Elesbão
Elaine Elesbão é carioca de nascimento e brasiliense de coração. Apaixonada pelas palavras deixou-se seduzir pelos números, formou-se em Administração, fez extensão em Orçamento Público e MBA em Administração Financeira. Em 1994 ingressou no serviço público, e é auditora. Contudo, ler e escrever nunca deixou de fazer parte da sua rotina. Leitora voraz resolveu declarar o seu amor também à escrita, e esse amor deu frutos. As Duas Faces de Uma História é o romance de estreia da autora e também o primeiro da apimentada trilogia, A Escalada de Eva.


Eliane Quintella
Eliane Quintella começou a escrever ainda criança para o Jornal do bairro em que morava. Em sua infância era conhecida entre seus colegas pelas redações que escrevia. Quem estudou com ela no ginásio lembra-se de suas redações. Naquela época, ela já tinha a certeza de que queria passar toda sua vida escrevendo. A vida seguiu. Eliane formou-se em Direito, trabalhou, fez mestrado, trabalhou, fez cursos, trabalhou e nunca deixou de escrever. Até que um dia viu-se em casa, com o punho quebrado, por um mês inteiro. Era sua grande chance. Escreveria um livro. E, foi assim que animada começou o projeto do seu primeiro livro: PACTO SECRETO, o primeiro da saga da Valentina.

Felipe Colbert
Nasci no Rio de Janeiro. Além de escritor, sou palestrante e coach literário. Possuo trabalhos publicados no Brasil e na Europa. Iniciei minha carreira escrevendo thrillers vencedores de prêmios. Já idealizei projetos literários que beneficiaram dezenas de autores com a aplicação de técnicas internacionais de estruturação de roman- ces. Um dos meus livros chegou a ficar por 10 dias consecutivos na lista geral de mais vendidos da maior livraria do Brasil e al- cançou o 17° lugar entre romances nacio- nais e internacionais. Atualmente sou autor de uma das casas editoriais mais impor- tantes do país, a Novo Conceito. Moro na cidade de São Paulo.



Janaina Rico
Nasci no dia 22 de maio de 1979. Regida pelo signo de gêmeos, carrego praticamente todas as características maluquinhas que o zodíaco me ofereceu. Formei em Direito e passei em concurso público, mas as letras falaram mais forte e troquei os códigos pelos romances. Hoje sou escritora em tempo integral. Alegre, comunicativa e teimosa. Acho que são as características que mais me marcam.





Janethe Fontes
Nas palavras da própria Janethe Fontes: "Sou uma sagitariana apaixonada pela vida, pela família (incluindo meus filhos de 4 patas) e também pela natureza". Ainda segundo ela, a vontade de escrever surgiu na adolescência, mas seu primeiro livro, Vítimas do Silêncio, foi escrito aos 28 anos.




Karen Soarele
Além de escritora, Karen Soarele é ilustradora profissional e empresária. Tem 25 anos, é graduada em Publicidade e Propaganda e pós-graduada em Comunicação: Linguagens, construção textual e literatura. Nasceu em Assaí/PR e atualmente vive em Campo Grande/MS com seu marido. Ela acredita no poder que a leitura tem de enriquecer a cultura, o senso crítico e a vida das pessoas e que, com coragem e determinação, é possível realizar até os sonhos mais difíceis. É autora de Línguas de Fogo, A Rainha da Primavera e Tempestade de Areia, além de contos publicados em coletâneas.



Lilian Farias

Lilian Farias é graduada em Letras-PortuguÊs pala UPE – Universidade de Pernambuco. Especialista em Linguística pela POSEAD. Educadora de profissão e apaixonada pela literatura. Para sentir a vida pulsando, nos horários vagos ouve música e faz poesia.




M.S Dehlia
M.S. Dehlia tem formação acadêmica em Direito pela UDF/Brasília com especialização em Direito Ambiental, é ativista dos Direitos Humanos, escreve em blogs sobre descobertas, aventuras, anseios reflexões e viagens pelo Brasil e outros países.






Marcelo Hipólito
Marcelo Hipólito é um escritor brasileiro, nascido em São Paulo. É autor dos romances O Mago de Camelot: a saga de Merlin para coroar um dragão (Novo Século, 2013), Osíris: deus do Egito (Marco Zero, 2009) e Lúcifer: o primeiro anjo (Marco Zero, 2006). Hipólito participa das antologias Fiat Voluntas Tua (Multifoco, 2009) e Metamorfose: a fúria dos lobisomens (All Print, 2009). Além disso, é autor do e-book Dullahan: os cavaleiros sem cabeça (Navras Digital, 2013) e coautor de diversos contos publicados em língua inglesa, nos Estados Unidos, Reino Unido e Espanha, dentre os quais se destaca Eternal Grief, indicado para melhor conto de horror nos Estados Unidos, em 2003, pelo Preditors & Editors Readers Poll. Hipólito é também diretor de três filmes de curta-metragem de ficção, roteirista de cinema e produtor de teatro.




Mauricio Gomyde

Nasci em São Paulo, capital. Desde os 3 anos moro em Brasília. Sou brasiliense, é isso! A cidade mais bonita do mundo, sem discussão. Sou são-paulino, geminiano, escritor e músico (compositor e baterista).



Ricardo Valverde
Ricardo Valverde é professor, escritor e atualmente vive em São Paulo, cidade onde nasceu em 11 de junho de 1976. Estreia no mundo do romance com a obra de ficção 2012 – O menino que previu o apocalipse, seu quinto livro e o segundo editado pela Novo Século. Em 2004, participou do selo Novos Talentos da Literatura Brasileira com a obra Oceânico – Um mergulho na essência do Zen.




Robson dos Reis

Robson dos Reis nasceu em Brasília no ano de 1989. É formado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e estudante de Música. Apesar das atividades diversificadas, ainda consegue tempo para escrever... o tempo é sua maior inspiração.







Samantha Holtz
Nascida no Dia Mundial do Livro, a publicitária e escritora Samanta Holtz parecia destinada a trilhar o caminho da literatura. Aprendeu a ler sozinha aos cinco anos, tamanha era a vontade de entender as histórias que sua mãe lia para ela. Aos nove, ganhou um prêmio municipal de redação em sua cidade, Porto Feliz, interior de São Paulo. Começou a escrever romances aos 14 anos e, em 2012, publicou pela editora Novo Século o livro “O Pássaro”, premiado no Destaques Literários 2012 na categoria "romance nacional" por votação do público e também do júri técnico. Sua segunda publicação se dará em 2013, com o título "Quero Ser Beth Levitt".





Silvia Fernanda
Silvia Fernanda é o pseudônimo de uma baiana, soteropolitana “por gosto”’ desde os três anos de
idade. Leitora ávida, sempre criou suas próprias histórias e às vezes encontrou pessoas que gostavam delas. Há quatro anos começou a postar suas histórias em diversos websites, surpreendendo a todos ao alcançar rapidamente popularidade e tornar-se uma referencia na escrita de romances adultos. Seu primeiro livro publicado foi 30 dias com Camila. “Você arranjou um Problema", seu segundo livro foi lançado na Bienal do Livro que ocorreu no Rio de Janeiro em 2013.



Simone Fraga
Simone Fraga é uma apaixonada por livros, daquelas que sofre quando precisa interromper a leitura antes de finaliza-lo. Não exita em passar a noite inteira acordada lendo, e depois sente saudades dos personagens. Tem um fascínio inexplicável por drama que envolve amores impossíveis. Catarinense de 37 anos, leonina, escritora, formada em administração com especialização em Gestão Estratégica das Organizações, vive com a família, duas tartarugas e sua pequena Vick, uma beagle muito fofa e linda. Simone já publicou mais de 40 livros técnicos na área de informática, e hoje lança seu primeiro romance "Minha pequena, Grande Mulher", da série "Para amar e proteger". Uma obra que envolve sentimentos e personagens fortes que vão te surpreender.




                                                                                                Valentine Cirano
Meu nome é Valentine Cirano Vieira, natural da cidade do Rio de Janeiro. Sou formada em inglês pelo curso Brasas. Vivi nos Estados Unidos por 5 anos e estudei inglês na BYU e na escola de idiomas Nomen Global, tendo também feito o curso de preparação de professores de inglês de ESL (English as a second language) e EFL (English as a foreignlanguage). Retornei ao Brasil após esse período e desde então tenho trabalhado como professora de inglês em vários cursos.' Atualmente já tenho quatro livros publicados e já participei de vários concursos literários. Escrevo todos os gêneros, pois gosto de diversificar para não cair na mesmice, mas com certeza posso ser considerada uma escritora romancista, pois esse é o gênero que mais gosto de escrever.



Vanessa de Cássia
Sou magrela e tagarela. Amante de livros, músicas e tatuagens. Uma menina-mulher de 25 anos. Feiosa do Ita. Gosto de cores, sabores e lugares diferentes. Tenho manias terríveis. Vou ter eternamente os cabelos vermelhos. Amo sorrir e amo chorar. Gosto da felicidade e admiro a tristeza. Tenho inspirações e admirações por Paulo Coelho, Stephenie Meyer e Clarice Lispector. Fã incondicional de Amy Winehouse. E essa doce ilusão de achar que me entendo e ainda dividir com as pessoas os segredos da vida. Sou um pouco de tudo e um tudo de nada! Sou como você me vê, posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, depende de quando e como você me vê passar. “You know I’m no good…”



Ansiosos???
O que vocês esperam desse grande evento, leitores? Mandem suas sugestões. :)

Vamos lotar aquele auditório!
Leia Mais ►

23/04/2014

História e Importância da Literatura Brasileira



Já se questionaram qual a história e a importância da literatura brasileira? 

A literatura brasileira surgiu a partir da atividade literária incentivada pelos jesuítas após o descobrimento do Brasil durante o século XVI. O ponto de vista histórico orienta no sentido de que a literatura brasileira é uma expressão de cultura gerada no seio da literatura portuguesa. Bastante ligada, de princípio, à literatura metropolitana, ela foi ganhando independência com o tempo, iniciando o processo durante o século XIX com os movimentos romântico e realista e atingido o ápice com a Semana de Arte Moderna em 1922, caracterizando-se pelo rompimento definitivo com as literaturas de outros países, formando-se, portanto, a partir do Modernismo e suas gerações as primeiras escolas de escritores verdadeiramente independentes. São dessa época grandes nomes como Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, João Guimarães Rosa, Clarice Lispector e Cecília Meireles.



Estabelecer a autonomia literária é descobrir os momentos em que as formas e artifícios literários se prestam a fixar a nova visão estética da nova realidade. Há que se entender que, em nosso país, o livro exercia desde o século XIX inúmeras funções, particularmente para os grupos sociais privilegiados:


A) era a mais perfeita forma de lazer;
B) era uma insubstituível fonte de conhecimento humano;
C) era o próprio espelho da nação, no qual a pequena elite letrada se reconhecia;
D) era o modelo supremo de correção e elegância do idioma pátrio.


A literatura produzida no Brasil possui papel de destaque na esfera cultural do país: todos os principais jornais do país dedicam grande parte de seus cadernos culturais à análise e crítica literária, assim como o ensino da disciplina é obrigatório no Ensino Médio.

No Brasil a leitura não é algo muito comum, justamente porque os brasileiros não possuem este hábito. A maioria dos professores e educadores tenta incentivar os alunos a ler, pois a maioria dos jovens não gosta de ler, e hoje em dia a leitura é essencial, através dela, adquirimos conhecimento e informações de tudo.

Quando se fala em literatura é pior ainda, pois as obras literárias de fato não são fáceis de entender, devido ao fato da época em que se foi produzida. A literatura, nos mostra como era antes, isto é, os problemas que se passavam na sociedade na época em que foi escrito, ou seja, os autores escreviam isso para que a sociedade pudesse refletir e mudar a situação. Por este motivo, a literatura tem sido mais um componente presente em provas de vestibulares, pois além de trazer conhecimento da época em que a mesma foi escrita, faz a gente refletir nos dias de hoje também.

Estas obras literárias explicam o que aprendemos nas aulas de História, um grande exemplo é a escravidão, que aprendemos tanto na disciplina de História quanto em geografia, e as obras literárias provam isso, alguns autores escreviam sobre a escravidão. Provam o que aconteceu naquela época e ainda, ao ler, nos estimula a pensar e refletir e também imaginar, ao nosso modo, os cenários de onde tudo aconteceu.

Vamos as principais datas da nossa literatura:

Principais datas da literatura brasileira

ANO
FATO
CONSEQÜÊNCIA
1500
Carta de Pero Vaz de Caminha
Primeira manifestação da literatura informativa
1549
Cartas do jesuíta Manoel da Nóbrega
Primeira manifestação da literatura dos jesuítas
1601
Bento Teixeira publica camoniana, "Prosopopéia".
Introdução do Brasil na poesia
1633
Estréia do Padre Antônio Vieira nos púlpitos da Bahia
 -
1705
Publicação de "Música do Parnaso" de Manoel Botelho de Oliveira
Primeiro livro impresso de autor nascido no Brasil.
1768
Fundação da Arcádia Ultramarina, em Vila Rica, Minas Gerais. Publicação das "Obras", de Cláudio Manuel da Costa
Início do Arcadismo
1808
Chegada da Família Real ao Rio de Janeiro
Início do período de transição
1836
Lançamento da Revista"Niterói", em Paris. Publicação do livro "Suspiros Poéticos e Saudades", de Gonçalves de Magalhães.
Início do Romantismo
1843
Gonçalves Dias escreve, em Coimbra, a Canção do exílio
 -
1857
José de Alencar publica o romance indianista "O Guarani"
 -
1868
Castro Alves escreve, em São Paulo, suas principais poesias sociais, entre elas: "Estrofes do solitário", "Navio negreiro", "Vozes d'África"
 -
1870
Tobias Barreto lidera movimento de realistas
Primeiras manifestações na Escola de Recife
1881
Publicação de "O mulato", de Aluízio de Azevedo
Primeiro romance naturalista do Brasil
1881
Publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis
Primeiro romance realista do Brasil e início do Realismo
1893
Publicação de Missal (prosa) e Broquéis (poesia), de Cruz e Souza
Início do Simbolismo
1902
Publicação de "Os Sertões", de Euclides da Cunha
Início do Pré-Modernismo
1917
Menotti del Picchia publica "Juca Mulato"; Manuel Bandeira publica "Cinzas das horas"; Mário de Andrade publica "Há uma gota de sangue em cada poema"; Anita Malfatti faz sua primeira exposição de pinturas; Monteiro Lobato critica a pintora e os jovens que a defendem são os mesmos que, posteriormente, participariam da Semana de Arte Moderna
 -
1922
Realização da Semana de Arte Moderna, com três espetáculos no Teatro Municipal de São Paulo em 13, 15 e 17 de fevereiro. Mário de Andrade recebe intensa vaia ao declamar poesias de seu livro "Paulicéia desvairada"
 -
1930
Publicação de "Alguma Poesia", de Carlos Drummond de Andrade
Segunda geração do Modernismo
1945
A Geração de 45
Terceira geração do Modernismo

Ler é um hábito poderoso que nos faz conhecer mundos e ideias. Vamos descobrir a importância da leitura para todas as idades!

A leitura frequente ajuda a criar familiaridade com o mundo da escrita. A proximidade com o mundo da escrita, por sua vez, facilita a alfabetização e ajuda em todas as disciplinas, já que o principal suporte para o aprendizado na escola é o livro didático. Ler também é importante porque ajuda a fixar a grafia correta das palavras. 

Quem é acostumado à leitura desde bebezinho se torna muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida. Isso quer dizer que o contato com os livros pode mudar o futuro dos seus filhos. Parece exagero? Nos Estados Unidos, por exemplo, a Fundação Nacional de Leitura Infantil (National Children's Reading Foundation) garante que, para a criança de 0 a 5 anos, cada ano ouvindo historinhas e folheando livros equivale a 50 mil dólares a mais na sua futura renda. 


Benefícios da leitura:

Segundo o Ministério da Educação (MEC) e outros órgãos ligados à Educação, a leitura: 


Desenvolve o repertório: ler é um ato valioso para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional. É uma forma de ter acesso às informações e, com elas, buscar melhorias para você e para o mundo. 

Liga o senso crítico na tomada: livros, inclusive os romances, nos ajudam a entender o mundo e nós mesmos. 

Amplia o nosso conhecimento geral: além de ser envolvente, a leitura expande nossas referências e nossa capacidade de comunicação. 

Aumenta o vocabulário: graças aos livros, descobrimos novas palavras e novos usos para as que já conhecemos

Estimula a criatividade: ler é fundamental para soltar a imaginação. Por meio dos livros, criamos lugares, personagens, histórias…

Emociona e causa impacto: quem já se sentiu triste (ou feliz) ao fim de um romance sabe o poder que um bom livro tem. 

Muda sua vida: quem lê desde cedo está muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida. 

Facilita à escrita: ler é um hábito que se reflete no domínio da escrita. Ou seja, quem lê mais escreve melhor


Quando começar a ler?
O quanto antes. As pesquisas mostram que quem começa a ler cedo tem mais chances de se tornar um leitor assíduo. Mostram também que o contato com narrativas melhora o futuro desempenho da pessoa. Por isso, leia - ou conte às histórias que você conhece - para seu filho desde bebê. É importante usar a entonação e a emoção!

É importante mesmo que eu leia?
Sim, pois o hábito da leitura é contagiante. Se os pais volta e meia, ficam quietinhos, mergulhados num bom livro, a criança com certeza receberá a mensagem: ler é gostoso. Por isso, dê o bom exemplo. A pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", publicada pelo Instituto Pró-Livro em 2009, indica que, 55% dos entrevistados que não lêem nunca viram os pais lendo e 86% nunca foram presenteados com livros na infância. Precisamos mudar isso! 

Quer que seu filho leia mais? 
Então faça o mesmo e comece a substituir alguns momentos em frente à TV pela leitura. Sempre que estiver lendo um jornal, chame seu filho para ver algo interessante que você encontrou. Pode ser uma tirinha engraçada, uma imagem ou uma notícia do interesse dele. 

Não sabe que programas fazer com as crianças? 
Frequente livraria. Deixe seus filhos folhearem os livros, leia histórias para eles e, quando possível, leve algum para casa. E, mesmo que você possa, não compre muitos num só dia. Procure manter o hábito de voltar lá outras vezes e levar um por vez, tanto para você  quanto para seu filho.

Eu não tenho dinheiro para comprar livros. O que faço?
Para quem não compra livros porque são caros, é hora de abandonar a desculpa: a maioria dos brasileiros não precisa, necessariamente, gastar aos montes nas livrarias. Segundo dados do IBGE, 85% dos nossos municípios possuem bibliotecas públicas e bem equipadas, sem contar com os ebooks grátis! Acostume-se a frequentá-las com o seu filho e mostre quanta coisa interessante ele pode descobrir com os livros.


Então galera vamos ser um escritor nacional, apreciar nossa literatura brasileira, admirar nossos autores nacionais e levar toda a família e amigos a bibliotecas e livrarias. 
Tenha o hábito de leitura!




Fonte:


Leia Mais ►