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30/04/2015

EVENTO: Encontro com leitores de Brasília

Olá, leitores!
Hoje tem divulgação de evento!


O que é?

A Editora Sextante / Arqueiro / Saída de Emergência convida todos os leitores de Brasília e entorno para o Encontro com Leitores de Brasília. Teremos a presença da Mariana e Isabella à frente desse super bate-papo. Ficamos sabendo que vai ter sorteios, brindes para os participantes e outras surpresas!

Quando?

Dia 06 de Maio (quarta-feira), às 19:00

Onde?

Livraria Cultura - Shopping Casa Park



Vamos? A Academia Literária DF vai marcar presença!

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27/04/2015

DIVULGAÇÃO: Cinthia Kriemler

Olá, leitores da Academia! Temos uma novidade muito legal para compartilhar com vocês! A Academia Literária DF fez uma parceria com o Sindicato dos Escritores do DF! Juntos vamos estar divulgando e fomentando a literatura local. Em breve faremos uma postagem especial sobre essa parceria e hoje trazemos para vocês a autora Cinthia Kriemler, que está para publicar uma nova obra! Confiram abaixo:


Cinthia Kriemler é contista, cronista e poeta. Carioca, mora em Brasília desde 1969. Graduada em Relações Públicas e Especialista em Estratégias de Comunicação, Mobilização e Marketing Social pela Universidade de Brasília – UnB. Analista Legislativo da Câmara dos Deputados. 
Membro da Academia de Letras do Brasil – ALB/DF, da Rede de Escritoras Brasileiras – REBRA e do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal – Sindescritores. 
É autora dos livros Na escuridão não existe cor-de-rosa (Editora Patuá, 2015); Sob os escombros (Editora Patuá, 2014) — selecionado por Edital de Chamamento para ser lançado na II Bienal Brasil do Livro e da Leitura, realizada em Brasília; Do todo que me cerca (Editora Patuá, 2012); Para enfim me deitar na minha alma (projeto aprovado pelo FAC-DF em 2009 e lançado em 2010). E dos  e-books, pela Amazon.com.br (Brasil): Contações (2015); Atos e omissões (2013); e Para enfim me deitar na minha alma (2013).
Participa de diversas antologias de contos, minicontos e poemas. É colunista da Revista Samizdat, da Revista Biografia (eletrônicas) e do Portal Vânia Diniz. Tem textos reproduzidos em diversos sites. 

Mantém o blog Palavrasabraçadas



Obra:
"Na escuridão não existe cor-de-rosa" é o quarto livro de Cinthia Kriemler, o terceiro pela Editora Patuá. São 32 contos pequenos que falam sobre a miséria dos invisíveis, diluída no cotidiano de banalidades e vícios das cidades. A autora trata de temas atuais e recorrentes: perda de entes queridos, abandono, solidão, separação, violência contra a mulher, exploração sexual de menores, incesto, estupro, traição, vingança. E faz reflexões sobre a fé, a morte, a velhice, a doença, a hipocrisia social, o medo. 
"Os invisíveis, os que vivem na escuridão, os que incomodam o equilíbrio falso da sociedade e sofrem em silêncio, com medo de incomodar". É sobre esses personagens inventados à luz da realidade que a autora conta pequenas histórias, tentando fazer com que não sejam afastados para o esquecimento intencional da alienação. Apesar das misérias e denúncias reveladas na narrativa, os textos de Cinthia trazem, também, uma grande dose de lirismo, quase como se a autora quisesse abraçar cada personagem em sua dores, faltas e incertezas.

Link para compra: aqui.


E ainda teremos evento de lançamento, leitores!


O que é?

Lançamento da obra "Na escuridão não existe cor-de-rosa", da autora Cinthia Kriemler.

Quando?

Dia 29 de Abril (quarta-feira), às 19:30

Onde?

Carpe Diem da 104 sul.

Link do evento: aqui.


Mais um evento para os leitores de Brasília prestigiarem! 

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25/04/2015

Links da Semana #04

Hoje é dia de Links! Confiram o que vimos de mais legal durante essa semana!




Resenhas

1- Resenha: O Amor não tem Leis (Mundo B)

2- Resenha: Geek Love (Sete Coisas)

3- A Transformação de Raven (Leitora Sempre)

4- Resenha: Escolhida (Mundo B)

5- Resenha: Presságio (Conversas de Alcova)


Curiosidades

1- 10 Universos complexos da literatura (Super Interessante)

2- Quando a maquiagem encontra a literatura (Literatortura)


Dicas 

1- Dica de livro: Guerra Mundial Z (Garotas Geeks)

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24/04/2015

Reportagem: O Sucesso 50 Tons de Cinza

Olá, leitores!
Hoje eu trago para vocês algo diferente no blog. Alguns devem saber, outros vão ficar sabendo agora: sou estudante de jornalismo.
Ok, o que isso tem a ver com o blog?
Tudo! Uma das minhas principais metas dentro do curso é estudar técnicas jornalísticas para trazer conteúdos cada vez mais originais, completos e profissionais para o blog. E como parte desse meu “treinamento”, desenvolvi duas pequenas reportagens para a matéria "Técnicas de redação e Edição" em conjunto com a minha amiga e parceria de “furos” Isadora Teixeira. Fomos atrás de fontes, de personagens, de histórias e o resultado, vocês podem conferir abaixo (depois me digam o que acharam)


Sucesso de 50 Tons de Cinza abre mercado para obras eróticas

Escritoras do gênero contam que obras eróticas fazem sucesso por deixarem o “faz-de-conta” de lado e se tornarem mais reais


Em 2011, o mercado literário ganhou um novo queridinho um tanto quanto diferente, a trilogia erótica “50 Tons de Cinza”, da autora inglesa E. L. James. A obra chegou à incrível marca de 100 milhões de cópias vendidas em 2014 e até hoje ocupa um dos primeiros lugares na lista do jornal norte-americano The New York Times, considerada uma das mais cobiçadas do mundo.  Desde então, a obra vem abrindo as portas para novos autores e obras do tema e direcionou os holofotes do mundo literário para o gênero erótico.
Jéssica Brenda, blogueira e uma das
                milhares de fãs da obra
           A blogueira literária Jéssica Brenda, 23 anos, é uma das milhares de fãs do livro e viu seu gosto pelo gênero erótico crescer ao terminar de ler a trilogia. “50 Tons de Cinza me apresentou um gênero literário que não me interessava. Antes dele só lia fantasia e romance sobrenatural. Na primeira vez que li, fiquei bastante chocada, mas não conseguia parar de ler. Era uma novidade. Excitante. Depois dele outros vieram, alguns até melhores”, conta.
A escritora Tatiana Amaral, 37 anos, afirma que obras eróticas em geral chamam a atenção por deixarem o “faz-de-conta” dos romances de lado e se tornarem mais próximas à realidade. No caso de 50 Tons de Cinza, Tatiana conta: "O que posso dizer é que a ideia dela foi fantástica e a história, com um “que” de amor impossível, envolvendo o sensual e o romântico, simplesmente abriu portas e ganhou o público".

Divisor de águas


Estar no mundo literário e se tornar um best seller nunca foi fácil. Falar de sexo explicitamente torna a tarefa ainda mais difícil. Tatiana Amaral comenta que quando começou a escrever romances eróticos, as editoras nacionais não trabalhavam este gênero, porém atualmente todas querem publicar obras eróticas, procurando autores e disputando obras. Ela ainda afirma que 50 Tons de Cinza não inovou, porém abriu as mentes para este tipo de literatura.
Escritora Tatiana Amaral em sessão de
                 autógrafos
Já a agente literária e escritora Adriana Vargas, 42, afirma que o livro 50 Tons de Cinza não pode ser visto como sinônimo de obra erótica, pois existem muitos livros de notória qualidade no gênero. Mas assume que "esta obra foi o impulsor de uma ascensão literária do gênero, ainda que os críticos não gostem ou não aceitem este fenômeno”.
Muitas vezes o erótico é confundido com o pornográfico. Adriana Vargas conta que existem autores que escrevem todo tipo de linguagem, nua e crua, sensual ou romantizada e que fica a critério dos leitores escolher aquilo com o qual mais se identifica. "A diferença está na cabeça das pessoas, na forma como foram educadas para encararem o assunto. Apenas precisamos respeitar as diferenças e limitações de cada um", conclui.

Queria agradecer a blogueira Jéssica Brenda, do blog Mundo B, a Karine Fernandes, colunista do blog Mundo B, a autora Tatiana Amaral e a autora Adriana Vargas por cederem o tempo delas para as entrevistas que fizemos. Foi curtinha, mas espero que tenham gostado, leitores e espero produzir muitas outras notícias e reportagens legais para o pessoal que acompanha a Academia Literária DF.
Semana que vem eu postarei a outra reportagem .)
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21/04/2015

RESENHA - Os Guardiões do Tempo (Nelson Magrini)

Ficha técnica:
Referência bibliográfica: MAGRINI, Nelson. Os Guardiões do Tempo. 1ª edição. São Paulo, Giz Editorial, 2009. 333 páginas.
Gênero: Ficção Científica
Temas: Aventuras intergalácticas, extraterrestres, futuro, máquina do tempo.
Categoria: Literatura Nacional
Ano de lançamento: 2009














“Rogério levantou a mão, pedindo um instante.
- Só me diga uma coisa: se você veio lá do ano quatro mil e qualquer coisa, a mando desse tal império, tinha que chegar justo agora? Não dava para vocês, lá do céu, esperarem só um pouquinho mais? – perguntou Rogério sério
- Mas, por quê? – quis saber o tenente Vus, curioso, assim como Duda e Ciça.
- É que eu ia dar uma lição de como se pesca para esses dois, e o seu império, que não tinha mais nada para fazer, foi me atrapalhar bem na hora! – respondeu Rogério, não esperando por qualquer comentário ou se preocupando com a cara de espanto de todos. Sem dizer mais nada, e com um sorriso de satisfação, se dirigiu para a grande nave, descendo do barco e caminhando sobre o feixe de luz.”
*Os Guardiões do Tempo (pág. 24).


Ano 4612.
O Império Galáctico, símbolo do poder da humanidade sobre todas as galáxias conhecidas, se encontra em grande perigo. Os inimigos da raça humana tramam e a cada dia que passa, o Império enfraquece, ameaçando assim o futuro da raça humana.
             A única esperança se encontra nas mãos de um jovem chamado Eduardo. Em seu DNA está a chave para a salvação da humanidade. Porém, Eduardo é um garoto de apenas 13 anos que nasceu no ano de 1995.
             Uma aventura no tempo e espaço está prestes a se desencadear, onde mil perigos espreitam nos confins da galáxia, em uma busca desesperada para encontrar a salvação de todo o Império Galáctico e, consequentemente, da raça humana.
“Os Guardiões do Tempo”, obra do autor Nelson Magrini, conta a história de Eduardo (Duda), um garoto comum de apenas 13 anos que de uma hora para outra se viu envolvido em uma trama futurista que determinaria a sobrevivência da humanidade. Ao lado de Maria Cecília (Ciça), sua irmã um ano mais nova e seu melhor amigo Rogério, Duda embarca em uma aventura através do tempo, viajando ao futuro para resolver um problema que mesmo os mais engenhosos seres daquela época não sabiam como solucionar.
O trio estava passando as férias na casa do tio de Duda e estavam prontos para começarem um dia de pescaria quando uma gigantesca nave espacial surge para o espanto geral. Um homem saiu de dentro da espaçonave e sem formalidades perguntou se Duda atendia pelo nome de Eduardo Junqueira da Silva. Ao responder positivamente, o homem se identifica como Tenente Vus, representante do Alto Comando do Império Galáctico, do ano de 4612 e revela que precisa da ajuda do garoto. Ao serem convencidos a entrar na nave, o trio é apresentado a Dig e Dreg, dois alienígenas auxiliares do tenente.
Vus relata um breve resumo para os garotos do que aconteceu até o ano em questão e explica por que precisa de Eduardo. Um cientista chamado Leidor havia criado uma máquina que resolveria a terrível situação em que se encontrava o Império da Terra, mas por um motivo desconhecido, ele desapareceu junto com seu invento e deixou para trás pequenas pistas, para que o Comando pudesse encontrar sua invenção. A missão de Vus era encontrar a máquina. Porém, havia um problema: a máquina só funcionaria com a sequência de DNA do criador, ou seja, sem Leidor (que não havia deixado qualquer pista do seu paradeiro), a máquina era inútil. É aí que entra a figura de Duda. Através de uma vasta pesquisa, o Comando identificou uma sequência de DNA idêntica à de Leidor. E esse era Duda. De acordo com as pesquisas, Leidor era praticamente um clone natural do garoto, fato que ocorre raríssimas vezes na natureza.
Então, alguém pode sabiamente indagar: Se é possível viajar no tempo, porque não voltaram um dia, ou uma semana antes do cientista desaparecer? Bastava pegá-lo e levá-lo para a data no futuro e ele mesmo poderia acionar a máquina. E também: porque escolheram uma criança de 13 anos para a missão? Não seria mais prudente pedir a um Eduardo adulto? Para essas respostas, leitores, vocês vão ter de ler a obra.
Cena de Independence Day
Sempre gostei muito de histórias de ficção científica. Viajar pelo espaço, conhecer outros povos, batalhas intergalácticas, transição no hiperespaço e tudo o mais que a imaginação nos permite criar a partir desse ponto. “Os Guardiões do Tempo” foi uma surpresa para mim, pois sua sinopse pouco revelava a respeito da trama. Na obra, os humanos são a raça mais poderosa tecnologicamente em todo o Império (o Império, por sinal, foi fundado pelos humanos). Isso é muito raro, pois sempre vemos histórias onde a humanidade tem de fazer milagre para conseguir superar as tecnologias alienígenas (Independence Day que o diga). Um fato curioso na obra é que graças à influência da Terra, a grande maioria dos povos usa o idioma universal para se comunicarem, que nada mais é do que uma mistura natural das línguas faladas na Terra que se fundiram em uma só. Então, os humanos não têm de se adaptar às regras de outros povos, as outras raças é que tinham de se adaptar às regras da Terra por conta do avanço tecnológico superior dos humanos. Um invento bem útil mostrado na obra é o aprendizado mental. Uma máquina que, como o nome diz, faz qualquer um aprender quase qualquer coisa. Basta programar. É bem parecido com o que acontece com o Neo em Matrix: “Eu sei lutar Kung Fu”.
Neo aprendendo Kung Fu em poucos instantes
Os personagens são bem construídos, mas acabam tornando-se secundários em meio ao cenário da obra. As explicações sobre o universo e tudo mais (trocadilho nerd) são bem mais detalhadas do que as dos personagens. Pouco se sabe a respeito do passado do Tenente Vus, seus assistentes e mesmo das três crianças, pois a trama se concentra em avançar e não retroceder na história. Porém, um personagem secundário roubou a cena em várias partes do livro e se mostrou o meu favorito: Fyshgsfrtiikjmaverersgs Catreiujjhfytrgdb, mas para os amigos: “Fyscat”. O alienígena é um mercador de armas do planeta Combus e se torna o alívio cômico da obra. Assim como C3PO em Star Wars, Fyscat é um cara resmungão, medroso, exagerado e como ele mesmo diz: “azarado por estar próximo àquelas crianças”. E o mais engraçado é que a abreviação de seu nome nunca é a mesma para os ouvidos do trio. Toda vez que ele a pronuncia, sai algo diferente da boca de um dos garotos.

- Calma ai, seu “Fritz Quéti”, nós não queremos comprar armas – disse Rogério.
- Fyscat.
- Como?
- Fyscat é meu nome.
- Ora, foi o que eu disse, “Fritz Quéti”. Qual o problema?
- Não, você não falou Fyscat. Você falou qualquer outra coisa, em uma língua que desconheço, mas não falou Fyscat. O nome nome é Fyscat.
- Olha, seu “Fisquéti”, “Fritz Quéti” ou seja lá como for seu nome, tanto faz. O que o Rogério está tentando dizer é que não queremos comprar armas, nem nenhuma outra coisa, entendeu?
Pág 80 e 81

Merecem destaque também as características de alguns planetas criados pelo autor, como o planeta escola Saber. Imagine um planeta inteiro dedicado à educação. Uma escola gigantesca que recebe estudantes de todas as partes do Império. Uma honraria para qualquer família ter um filho formado em Saber. Outro planeta que se destaca é Tiffan, o planeta verde que se parece muito com a floresta amazônica do nosso tempo e é preservado por lei anticolonização, já que ele é o único do tipo em toda a galáxia. O planeta Combus era muito próximo de um Sol vermelho e por isso se mantinha fervente em qualquer época do ano a mais de 40 graus e mesmo à noite a temperatura só caía 5 graus em média. E Varlam III, o oposto de Combus, onde as temperaturas poderiam alcançar menos 30 graus nos invernos mais rigorosos.
"Titan: Depois da Terra"
Não pude deixar de comparar certas partes do enredo da obra com a animação chamada “Titan: Depois da Terra”. Na história a terra é destruída por uma raça chamada Drej, humanoides feitos de energia pura, que quase levam os humanos à extinção. Pouco antes do ataque, centenas de naves de fuga conseguem escapar do planeta, incluindo uma nave chamada Titan, que carrega um mecanismo em seu interior criado por brilhantes cientistas, sendo esta a última esperança da humanidade. Uma ótima animação, que por sinal recomendo.
O que para mim não ficou muito bom foram às motivações do vilão da obra. Existe sim, um motivo, mas ele não é bem estruturado e muito menos explorado ao longo da narrativa. Além de não possuir um histórico mais denso que explicasse com mais detalhes suas motivações, ele poucas vezes é citado na trama e em sua grande maioria é retratado como uma “ameaça oculta”, ou seja, ninguém sabe quem é. Creio que o autor poderia ter dado mais participação ativa ao vilão e a seus comandados (que só aparecem para meter bala nos mocinhos), mesmo que o enredo principal da história apontasse apenas para o encontro e a ativação da máquina de Leidor.
A obra é narrada em terceira pessoa. A fluidez é tranquila no que diz respeito às palavras usadas (o autor não utiliza muitos sinônimos), porém será complicado para os leitores entenderem certas explicações como:

- O Campo modulativo requerido para desbloquear as comunicações está muito acima da capacidade de refração induônica que este aparelho alcança, mas creio que posso enviar um vetor posição através de uma quantização unitária de frequências alternadas.
- Ahn... quê? – perguntou Mérius, sem entender nada.
- Nossa, Ciça, isso parece um palavrão! – disse Rogério, também não compreendendo o que Ciça havia dito.
Pág 195
  
           Por ser um livro futurista, obviamente, termos de física quântica, cosmologia, engenharia, e outros campos da ciência são muito explorados pelo autor, podendo dar um nó cerebral em leitores que não tenham contato com obras ou conhecimentos de ficção científica. E isso pode acabar por travar a leitura.  
A relação de tempo é linear, com algumas exceções onde o autor narra acontecimentos que já aconteceram ou que estão acontecendo, mas em outro ponto da galáxia. O ponto fraco vai para a revisão. Do meio para o fim, os erros são muitos e alguns graves. Faltou uma leitura final de revisão por parte dos responsáveis por essa tarefa. Uma segunda edição poderia facilmente corrigir esses problemas. Já a formatação está ótima. Cada capítulo conta com uma imagem em preto e branco de um relógio antigo, juntamente com o título. A capa contém uma bela ilustração de um relógio solar com o universo ao fundo.
         Nelson Magrini é engenheiro mecânico, estudioso e pesquisador em Física, com ênfase em Mecânica Quântica e Cosmologia, escritor, professor e consultor de Gestão Empresarial e Cadeira Logística, além de Agente Cultural e de Cidadania, com os projetos Novos Autores Literários e Mobilidade Automotiva para portadores de necessidades especiais. Elaborador e colaborador do Fontes da Ficção.
            O livro é uma boa pedida para quem quer conhecer um conteúdo nacional de ficção científica, área ainda pouco explorada no território nacional. Para os fãs de Star Wars, Star Trek e afins, vocês podem encontrar elementos bem legais que todo bom fã de ficção científica gosta de apreciar. Aos que não são familiarizados com esse tipo de leitura, tenham uma boa fonte de consulta do lado, pois algumas explicações podem fugir (e muito) ao conhecimento comum.
            Os Guardiões do Tempo é uma ótima leitura e vale muito a pena conhecer o universo criado pelo autor.
E eu adoraria ter uma máquina de aprendizado mental.



Bibliografia de NELSON MAGRINI (ordem cronológica):

Livros:
  • Anjo: A Face do Mal – Novo Século (2004); Republicado em 2010.
  • Relâmpagos de Sangue – Novo Século (2006)
  • Os Guardiões do Tempo – Giz Editorial (2009)
  • Ceifadores: Anjo, a Face do Mal II Novo Século Editora (2012)

Contos:
  • Visões de São Paulo – Tarja Editorial (2006)
  • Amor Vampiro – Giz Editorial (2009)
  • Anjos Rebeldes – Universo Editorial (2011)

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20/04/2015

Parceria: Editora Arqueiro, Sextante e Saída de Emergência

Olá, leitores! 
É com muita alegria que anunciamos formalmente que a Academia Literária DF agora é parceiro das editoras Arqueiro, Sextante e Saída de Emergência! Estamos muito contentes com essa novidade e estamos prontos para cumprir com as expectativas que as editoras apostaram em nosso trabalho.
Já postamos aqui os lançamentos de Abril das editoras. Hoje vamos apresentar a vocês, leitores, um pouco da história de cada uma. Vamos conferir?

Arqueiro

Geraldo Jordão Pereira fundou em 1976 a Editora Salamandra com o propósito de formar uma nova geração de leitores e acabou criando um dos catálogos infantis mais premiados do Brasil. Em 1992, fugindo de sua linha editorial, lançou Muitas vidas, muitos mestres, de Brian Weiss, livro que deu origem à Editora Sextante.
Fã de histórias de suspense, Geraldo descobriu O Código Da Vinci antes mesmo de ele ser lançado nos Estados Unidos. A aposta em ficção, que não era o foco da Sextante, foi certeira: o título se transformou em um dos maiores fenômenos editoriais de todos os tempos.
Mas não foi só aos livros que se dedicou. Com seu desejo de ajudar o próximo, Geraldo desenvolveu diversos projetos sociais que se tornaram sua grande paixão.
Com a missão de publicar histórias empolgantes, tornar os livros cada vez mais acessíveis e despertar o amor pela leitura, a Editora Arqueiro é uma homenagem a esta figura extraordinária, capaz de enxergar mais além, mirar nas coisas verdadeiramente importantes e não perder o idealismo e a esperança diante dos desafios e contratempos da vida.


Sextante


Numa época em que o homem só dispunha do céu e das estrelas para se orientar, o Sextante era uma ferramenta fundamental para se atingir o destino desejado. Observando através do Sextante, o navegador se norteava, medindo a distância entre os astros e o horizonte.
Foi por essa razão que escolhemos o nome Sextante para nossa editora. Vivemos, nesse início do terceiro milênio, um momento de inquietação e ansiedade, em que a aparente perda de valores essenciais convive com uma intensa busca da felicidade. Conscientes dessa realidade, investimos para que cada produto da Sextante seja um instrumento precioso para alcançar a paz interior, a espiritualidade e o crescimento pessoal, tratando sempre de temas importantes para a plena realização humana.
Tendo por denominador comum a busca da felicidade e da realização pessoal, nossos livros abrangem temas que vão do desenvolvimento espiritual à descoberta da vocação profissional, passando pela conquista da própria identidade e do amor que se deseja.
Fundada em 1998, a Sextante tem entre os seus autores Brian Weiss, James Van Praagh, James Hunter, Augusto Cury, Allan e Barbara Pease, Mark W. Baker e Hugh Prather.



Saída de Emergência

A editora Sextante e a editora portuguesa Saída de Emergência, dos irmãos António Vilaça Pacheco e Luís Corte Real, darão início a uma nova operação: A Saída de Emergência Brasil. Assim como a sócia portuguesa, a nova editora é dedicada a livros de fantasia e romances históricos luso-brasileiros.
A Coleção Bang! lançará títulos de horror, ficção científica e fantasia. Os primeiros livros a serem lançados ainda em 2013 são "Mago - Aprendiz", de Raymond E. Feist, considerado uma obra-prima da literatura fantástica, "A Corte do Ar", de Stephen Hunt e "Tigana", de Guy Gavriel Kay, que revolucionou a fantasia histórica. De acordo com o cronograma editorial, a previsão é publicar um novo livro por mês em 2014.Repetindo uma experiência bem sucedida em Portugal, a nova editora também publicará uma revista quadrimestral dedicada à cultura do fantástico, desde a literatura ao cinema e HQs, não faltando entrevistas, ensaios e ficção. O melhor da revista? A distribuição é gratuita.


Estamos muito animados e prometemos trazer muitas novidades sobre as editoras aqui no blog. Fiquem de olho! 
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18/04/2015

Links da Semana #03

Hoje é dia de Links! Confiram o que vimos de mais legal durante essa semana!




Resenhas

1- Resenha: Scott Pilgrim Contra o Mundo, vol.2 (Sete Coisas)

2- Dica de Leitura: O Homem Perfeito (Leitora Sempre)

3- Resenha: The Pointless Book (Segredos Entre Amigas)

4- Resenha: A Máquina de Contar Histórias (Conversas de Alcova)

5- O Reino das Vozes que Não se Calam (Mundo B)

6- Crítica: 1808 (Ponto para Ler)


Especial

1- 8 personagens da literatura que quase tiveram outro nome (Super Interessante)


Dicas 

1- 5 coisas que aprendi escrevendo Exorcismos, Amores e uma Dose de Blues (Pequenos Deuses)


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15/04/2015

DIVULGAÇÃO: Antologias Seres Amazônicos e Épicos Homéricos

Olá, leitores!
Já pensou em escrever um conto e ainda ser publicado? Hoje divulgamos para vocês a iniciativa do autor Mauricio Coelho, autor de "Fogo Fátuo e Outras Histórias" de criar de forma independente uma antologia de contos.


Sinopse

Seres Amazônicos
O coração de uma floresta guarda mistérios que nenhum ser humano jamais seria capaz de imaginar. Longe da luz das cidades e do barulho dos carros, lendas sobre os mais diversos assuntos divertem e assustam os moradores desse mundo selvagem. Quais são os mistérios que cercam uma floresta intocada? Isso você descobre na antologia Seres Amazônicos

Épicos Homéricos
A mitologia grega está presente em vários costumes da sociedade atual. Sua influência vai desde nossos esportes até nome de ossos humanos e nomes científicos de espécies. Seus conjuntos de mitos são inspirações para dezenas de filmes ao longo do tempo. No entanto, esse é um assunto insaciável e inesgotável. A mitologia grega abre espaço para a antologia Épicos Homéricos, em homenagem a um dos poetas da Antiguidade.


Regulamento de Participação (clique aqui)


1 Da Inscrição.
1.1. A Antologia Seres Amazônicos e Épicos Homéricos são promovidas de forma independente.
1.2. Poderão participar da antologia todas as pessoas físicas maiores de 18 anos, ou menores com permissão do responsável, residentes legais no Brasil, bem como residentes no exterior.
1.3. Das características da antologia: A antologia Seres Amazônicos receberá única e exclusivamente contos de lendas amazônicas. A antologia Épicos Homéricos receberá única e exclusivamente contos de mitologia grega.
1.4. Entende-se por lendas amazônicas todos os elementos do imaginário popular, tais como: saci, curupira, matinta-pereira, cobra-grande, boto, boitatá, etc. Entende-se por mitologia grega o conjunto de mitos da Grécia Antiga, tais como deuses, deusas, heróis, semideuses, criaturas fantásticas, etc.
1.5. A participação se dará da seguinte forma:

1º etapa:
Envio do texto para o email: moccoelho@gmail.com junto com uma minibiografia e contato com o autor do dia 14/04/2015 até 31/07/2015;

2º Etapa:
Caso seu texto seja aprovado pelo organizador, o mesmo entrará em contato com o autor.

2 Da aceitação dos contos
2.1. Serão aceitos apenas contos em língua portuguesa, de temática sobre lendas amazônicas e mitologia grega, com limite de 10 mil caracteres com espaço.
2.2. Não serão aceitos fanfics nem contos que pertençam ao universo de personagens já existentes criados por outro autor.
2.3. Os textos devidamente formatados deverão ser enviados para o email: moccoelho@gmail.com com o assunto CONTO PARA [NOME DA ANTOLOGIA], seguido do nome do autor.

3 Não Serão Aceitos Contos Que:
(a) possam causar danos a terceiros, seja através de difamação, injúria ou calúnia, danos materiais e/ou danos morais;
(b) ofendam a liberdade de crença e as religiões;
(c) contenham dados ou informações racistas ou discriminatórios;
(d) façam propaganda eleitoral ou divulguem opinião favorável ou contrária a partidos ou candidatos;
(e) tenham sido produzidos por terceiros;
(f) que não venham formatados nas normas estabelecidas por esse regulamento e descritas no item 2.1.

4 Dos Contos:
4.1. Os contos inscritos serão analisados e selecionados mediante avaliação do profissional nomeado pela organização da Antologia, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis. A avaliação se dará com base nos seguintes critérios:
(a) criatividade e originalidade do enredo;
(b) adequação do enredo ao universo ficcional do livro
(c) impacto do conto e qualidade dos recursos narrativos utilizados.
4.2. Ao se inscrever na Antologia o autor autoriza automaticamente a veiculação de seu conto.

OS NOMES DOS SELECIONADOS DA ANTOLOGIA SERES AMAZÔNICOS E ÉPICOS HOMÉRICOS SERÃO DIVULGADOS NO DIA 31 DE JULHO POR EMAIL NA PÁGINA DO FACEBOOK: facebook.com/pages/Maurício-Coelho/443187662505104

4.3. Um determinado conto poderá ter mais de um autor, num número limite de dois. Um determinado autor não poderá participar da mesma antologia com mais de um conto.
4.4. Só serão aceitas inscrições através dos procedimentos previstos neste regulamento. Os dados fornecidos pelos participantes, no momento das inscrições, deverão estar corretos, claros e precisos. É de total responsabilidade dos participantes a veracidade dos dados fornecidos ao organizador.
4.5. Em caso de fraude comprovada, o conto será excluído automaticamente da antologia.

6 DA PUBLICAÇÃO:
6.1 O autor não precisará pagar no ato da inscrição e não precisará pagar para ter o seu conto publicado.
6.2 A antologia será disponibilizada de forma gratuita (e-book) nos sites da internet. (e. g Amazon)


7 OUTRAS INFORMAÇÕES
7.1. Dúvidas relacionadas a esta antologia e seu regulamento poderão ser enviados para o e-mail: moccoelho@gmail.com com o assunto DUVIDAS [NOME DA ANTOLOGIA]
7.2. Todas as dúvidas e casos omissos neste regulamento serão analisados por uma comissão composta pela equipe organizadora e sua decisão será irrecorrível.
7.3. Para todos os efeitos legais, os participantes da presente antologia, declaram ser os legítimos autores dos contos inscritos e garantem o ineditismo dos mesmos, isentando o organizador de qualquer reclamação ou demanda que porventura venha a ser apresentada em juízo ou fora dele.
7.4. O organizador reserva-se o direito de alterar qualquer item deste Regulamento, bem como interrompê-la, se necessário for, fazendo a comunicação expressa para os participantes.
7.5. A participação nesta antologia implica na aceitação total e irrestrita de todos os itens deste regulamento.


O que acharam leitores? Mandem seus contos!
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14/04/2015

RESENHA – Porque Até a Morte Terei Fome (Patrícia Colmenero)

         Recado: Eu tive o prazer de conhecer a autora deste livro pessoalmente. Inteligente e muito divertida, foi minha professora de Introdução à Fotografia no curso de Jornalismo. Convivi e aprendi com ela durante alguns meses. A experiência foi muito rica e eu aflorei a paixão por fotografia e vídeo durante este período. Aqui, deixo as minhas impressões e homenagem a essa escritora.


Ficha técnica:
Referência bibliográfica: COLMENERO, Patrícia. Porque Até a Morte Terei Fome.1ª edição. Brasília, 2012. 202 páginas.
Gênero: Romance, romance intimista
Categoria: Literatura nacional
Ano de lançamento: 2012






“Quem é que gostaria de se candidatar ao meu afeto? Quem é que gostaria de entrar, coração ante coração, na minha vida decaída? Quem é que gostaria de ser meu primeiro derradeiro amor, já que ainda não morri de nenhum anterior? Quem é que quer dar ao meu cotidiano de café e de filmes um infrene toque? Quem é que quer lábios com sede, e histórias de dor, e palavras cruas? Túlio não quis.”

“Porque até a Morte Terei Fome”, página 71.


            

            Patrícia é posta como um reflexo de todas as expectativas não superadas, os desejos não realizados e os amores mal vividos. Ela se perdeu buscando uma felicidade cujo o caminho ninguém lhe mostrou e, em meio a muitos conflitos internos, descobre que não há ninguém no mundo que vai trazer a felicidade pra ela se a própria não o fizer.
O livro “Porque Até a Morte Terei Fome” se inicia pelo fim. Pelo fim da louca paixão em que Patrícia se encontrava, onde a sua própria identidade estava exclusa, à mercê de um amor doentio encoberto por ilusões e expectativas. Paixão esta, que se aproxima da realidade de muitas mulheres que anulam suas próprias vidas em busca de um “felizes para sempre” e se esquecem que finais felizes não existem. Além disso, o emprego odiado, que só servia para preencher suas horas vazias e trazer um pouco de dinheiro no fim do mês, acomodam Patrícia em uma vida infeliz disfarçada de felicidade.


Edição da Academia Literária autografada

    Túlio, o personagem responsável pela trama da obra (já que o drama interno de Patrícia é desencadeado por ele) é um típico homem cosmopolita moderno, para quem o trabalho está em primeiro lugar e as pessoas e os outros assuntos parecem ser apenas peças substituíveis da vida. Mas para ela, Túlio é o centro da sua vida e todo o resto, inclusive ela, é o resto.
            Insanamente bem escrito, o livro deixa brechas para a imaginação e interpretação do leitor ser extensa. Algumas vezes, durante a leitura, eu tive que repetir a página para entender o que realmente aconteceu, e percebi então que a interpretação da obra é única para o leitor.
            A personagem principal tem o mesmo nome da autora do livro. As coincidências não param por aí, Patrícia (a personagem) tem a “urgência” de expressar seus sentimentos em palavras, como um digno escritor. Essas coincidências nos levam a questionar se essa obra é uma ficção, um diário ou uma mistura dos dois.
A perda do amor/obsessão, da identidade e da consciência são o estopim para a personagem principal então buscar a verdade de quem ela é, atrás de suas paixões e sonhos. Os dias vazios no trabalho se transformam em dias turbulentos em sua mente, sem ao menos sair do lugar. A busca pela sua identidade e ambições leva Patrícia a um caminho onde ela começa a descobrir o que lhe faltava quando ignorava o que deveria ser o mais importante: ela.
“Porque Até a Morte Terei Fome” é um romance intimista, aquele no qual a trama percorre os conflitos internos do(s) personagem(s). Todas as frases da obra são verdadeiras expressões poéticas.
A obra contém uma personagem principal, Patrícia, os outros poucos personagens compõem o cenário de conflitos externos de Patrícia. A narração é feita em primeira pessoa (adoro!) e o foco narrativo são os conflitos internos da personagem principal, uma temática perigosa pelas possibilidades do texto ficar maciço, cansativo e de difícil compreensão. Porém, a autora soube driblar as possibilidades de desastre e trouxe ao mundo uma obra genial.
A narrativa é truncada, com a presença de analepses. Os diálogos diretos foram empregados de forma diferente do habitual, dispensando travessões e aspas, dando ao leitor a intensa impressão de estar ali, dentro da cabeça da personagem. 


Páginas da obra de Patrícia Colmenero
O livro é minimalista e conta com elementos gráficos delicados que requerem atenção e, mais do que interpretação, imaginação para encaixá-los com o texto. As 202 páginas são bem diagramadas, assim como os diálogos, são diferentes do que se vê por aí. Algumas páginas contêm diálogos curtos, outros textos maiores e muitas contêm apenas uma frase de reflexão da personagem.


Elemento gráfico do livro "Porque Até a Morte Terei Fome"
Patrícia Colmenero, autora de “Porque Até a Morte Terei Fome”, tem 28 anos e sempre teve o dom tão aclamado da escrita. Escrevia peças na infância para crianças mais novas e com 15 anos seu dom poético saiu para o mundo. “Porque Até a Morte Terei Fome” é o seu primeiro grande romance publicado. É formada em Letras e especialista em Audiovisual pela Universidade de Brasília. Atualmente, Patrícia escreve roteiros para o cinema e está trabalhando em seu segundo romance.
          “Porque Até a Morte Terei Fome” é uma reflexão poética sobre a vida de uma mulher que anula sua vida para viver em prol de outra pessoa e, supostamente, perde tudo quando esta a deixa. Por ser muito rica tecnicamente, a experiência de ler um romance intimista deveria ser obrigatória para todos os que amam a leitura em geral. Eu recomendo a obra para todos, principalmente os amantes e simpatizantes de romance. Indico também até para os que não gostam de literatura, porque este livro é um amigo para aqueles que sofrem por amor. E disso ninguém está imune.




Bibliografia de Patrícia Colmenero 

Livros:
·         Porque Até a Morte Terei Fome, 2012.
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13/04/2015

Lançamentos Abril - Arqueiro e Sextante


Chegou o dia de falar Sobre Lançamentos da Arqueiro! Para quem não sabe, agora somos parceiros da editora! Começarei por um livro que, particularmente, gosto muito e que se alguém quiser me dar vou amar para sempre. Brincadeiras a parte e vamos ao que interessa, os livros.

Abril começa muito colorido com Floresta encantada, o novo livro de Johanna Basford, autora de Jardim secreto, que já vendeu mais de 1 milhão de exemplares no mundo.



Campo dos milagres, de Hannah Luce e Robin Gaby Fisher, é a história real de Hannah que, após um acidente de avião, reencontrou a esperança e a fé.



Com a intenção de trazer bem-estar e tornar a vida mais tranquila, a Sextante lança Atenção plena, de Mark Williams e Danny Penman, uma técnica de meditação e estilo de vida para encontrar a paz nos dias de hoje. Inclui um CD de meditação.



Douglas Adams, o consagrado autor de O Mochileiro das Galáxiasdeixou para os seus fãs a duologia protagonizada pelo detetive Dirk Gently. O primeiro livro, Agência de Investigações Holísticas Dirk Gently, traz o humor tão conhecido do ídolo nerd.



De William Ury, coautor do clássico de negociação Como chegar ao sim (venda de 13 milhões de livros), chega Como chegar ao sim com você mesmo, um guia essencial que mostra como ultrapassar o maior obstáculo em qualquer negócio: você mesmo.



E da coleção de Romances de Época, Ligeiramente maliciososde Mary Balogh, segundo volume da série Os Bedwyns. Primeiro livro da série: Ligeiramente casados.



Pela Arqueiro, chega às livrarias O milagre, mais uma super história de amor de Nicholas Sparks, que já vendeu mais de 100 milhões de livros no mundo



Os últimos passos de Jesus, de Bill O'Reilly e Martin Dugard, se baseia em fatos históricos e traz uma nova perspectiva sobre a vida do homem mais influente que já caminhou sobre a Terra. 



Allan Percy, autor de Nietzsche para estressados, junto com o professor Leonardo Díaz lança Pepe Mujica - Simplesmente humano, que conta a trajetória e traz as frases mais marcantes do "presidente mais pobre do mundo". Já vendeu mais de 500 mil livros 5no Brasil.



Também com a intenção de trazer bem-estar e tornar a vida mais tranquila temos A identidade da alma, de Panache Desai, uma jornada de 33 dias que vai ajudá-lo a encontrar seu propósito de vida.



Sobre fibras e gente é a extraordinária história da empresa GVT.



Por fim, Sangue do cordeirode Sam Cabot, traz uma trama típica de Dan Brown misturada com o sobrenatural de Anne Rice.



Gostaram Leitores? Algum lançamento já comprado ou ansioso para comprar? 
Aguardem que mês que vem tem mais!!!
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