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28/02/2017

RESENHA – Tomb Raider: Os Dez mil Imortais (Dan Abnett)

Ficha técnica:
Referência bibliográfica: ABNETT, Dan. Tomb Raider – Os Dez mil Imortais. 1ª edição. São Paulo, Editora Nemo, 2016. 220 páginas.
Gênero: Aventura
Temas: Mitologia, exploração, arqueologia
Categoria: Literatura Estrangeira; Literatura Inglesa;
Ano de lançamento: 2016









“Lara Croft se considerava sortuda. Era jovem e forte, e estava em boa forma, tanto física quanto mental. Estava recebendo ajuda para superar seu transtorno de ansiedade, e sabia que ficaria bem. Suspeitavam que tivesse Síndrome de Estresse Pós-Traumático, mas ela se recusava a aceitar o diagnóstico. Isso dizia respeito a pessoas que haviam sofrido profundamente com esse problema, pessoas que sofreriam por toda a vida e seriam mudados para sempre. Ela não seria uma dessas pessoas.”
*Tomb Raider – Os 10 mil Imortais (pág. 7).

Assombrada pelas lembranças de sua aventura pela ilha de Yamatai, Lara queria mais do que qualquer coisa esquecer o pesadelo que foi sua primeira expedição. Porém, os males de Himiko não foram expurgados e sua amiga Samantha fica novamente entre a vida e a morte, obrigando-a a relembrar o passado enquanto busca uma cura para sua melhor amiga.
Tomb Raider – Os Dez mil Imortais, do autor Dan Abnett, transporta direto dos games uma adaptação inédita da maior exploradora do mundo dos games. Na história, Lara embarca em uma nova jornada para salvar sua melhor amiga, acometida pela maldição remanescente de Himiko. Suas pesquisas a levaram a ir em busca de um antigo e misterioso artefato capaz de curar sua amiga e resolver de vez os eventos testemunhados em Yamatai.
Primeiro eu preciso deixar registrado que foi com muita empolgação que joguei e zerei Tomb Raider (2013), o reboot da franquia que reconta a história de Lara Croft desde o começo de seus dias como exploradora. Então, foi também com muita empolgação que comecei a leitura desse livro, esperando ver como a exploradora seria retratada em outra mídia.
Registrado isso, devo confessar que me decepcionei com a leitura dessa obra e vou explicar o porquê.
A heroína nós seus 20 anos de existência. Mudou um tiquinho, né?
Adaptações de jogos estão em voga hoje em dia. Assassin’s Creed, World of Warcraft, Star Craft, Halo, God of War etc. É necessário um cuidado especial com aquilo que você quer adaptar, já que são duas mídias totalmente diferentes. E em “Os Dez Mil Imortais”, o autor não tomou esse cuidado, já jogando na cara do leitor que isso e aquilo estão acontecendo e ela tem de fazer isso e aquilo para resolver. Então vem o primeiro problema. Você tem de saber ali na hora de antemão o que está acontecendo porque este livro não é uma adaptação do jogo, é uma continuação, que se passa alguns meses após sua conclusão.

Dito isso, vamos ao maior problema do livro: é pré-requisito ter jogado o game “Tomb Raider”, lançado em 2013 para X-box 360, Ps3 e Pc e mais tarde para Xbox One e Ps4. Sim, leitor. Se você não é gamer, saiba que você vai sentir falta de muita coisa na narrativa. Referências aos acontecimentos do jogo permeiam quase toda a obra, já que Lara está em busca de uma cura para algo que acometeu sua amiga Samantha enquanto as duas se aventuravam pela ilha de Yamatai. Se você não tem um console e/ou não é um gamer e ainda assim quer ler o livro, procure por resumos na internet, mas já deixo avisado de antemão que (ao menos para mim) a experiência não é a mesma.
Embora a leitura seja frenética, com Lara indo e vindo a vários locais, sendo perseguida, tendo de lutar pela vida em diversas ocasiões, senti muita falta da exploração. No jogo desbravamos florestas, cavernas, tumbas e toda sorte de lugares esquecidos pelo homem moderno e no livro Lara visita mais Museus que entradas de cavernas. Nada contra, mas se estamos falando de uma exploradora... Mas isso é uma opinião pessoal.
No livro temos organizações criminosas que também estão atrás do dito artefato. E sendo organizações, obviamente estamos falando de gente que tem recursos, e eles estão quase sempre dois passos à frente de Lara, dando dinamismo à história, já que ela tem de se virar para escapar de seus algozes. Só que tinha coisas que ficaram muito mal explicadas. Até onde se sabe, Lara havia escapado da ilha com pouquíssimas pessoas e não saiu por aí espalhando o que fez em Yamatai, mas todo mundo que ela visitava dizia saber algo sobre sua jornada anterior ou sobre sua busca atual. Como sabiam? De onde vieram as informações? Alguém mais saiu da ilha? Até mesmo gente que nem é do submundo, mas tinha uma boa conexão de internet sabia o que diabos a exploradora estava fazendo. Ok, o pai dela era muito famoso, mas mesmo assim, não é como se ela tivesse feito um Check-in na ilha e postado no Facebook com a Tag #LaraEsteveAqui.

“Sei quem você é, Lara Croft. O Sr. Frink tirou sua foto no local da escavação, e vasculhei a internet por informações sobre você. Sei quem seu pai foi, e sei quem você é. Sei tudo sobre Yamatai. Você deve estar aqui por causa do Velocino de Ouro. É o único motivo possível! Uma mulher como você! Uma arqueóloga como você! Você conhece as lendas. Sabe que Jasão veio para cá! O que sabe sobre o Velocino de Ouro que eu não sei? Quão próxima você está de descobrir seus segredos? Quão próxima está de encontrá-lo?”
*Título do livro (pág. 107).
A melhor heroína que você respeita.
Para dizer que o livro não foi de todo ruim para mim, ele pode instigar o leitor a dar uma pesquisada mais a fundo na história dos Dez Mil Imortais e de Jasão e os Argonautas. Eu gosto de livros que nos estimulam a sair da leitura para procurar informações em outros lugares (mas claro, mantendo uma coerência narrativa). Obras que têm como plano de fundo nossa própria realidade são um prato cheio para os curiosos de plantão. Outra coisa de que gostei muito é como o autor retratou Lara no livro, já que ela ainda é inexperiente e mesmo que tenha visto coisas incríveis em sua primeira jornada, ela ainda se mostra um pouco cética, preferindo recorrer à lógica e à tecnologia a acreditar no sobrenatural. Isso faz parte da transição da garota assustada para o ícone dos jogos de aventura.
A obra é narrada em terceira pessoa. O narrador segue os passos de Lara, contando quase toda a história sob o seu ponto de vista, deixando alguns espaços pequenos para a visão de personagens secundários. Então vemos a evolução da narrativa a partir das decisões da exploradora. A fluidez da narrativa é relativamente tranquila, fiquei travado com algumas descrições de localidades e cenas de luta (outra coisa que o autor não desenvolveu muito bem). A narrativa é linear, com apenas alguns trechos que voltam pouco no passado para explicar um acontecimento recente na visão de outra pessoa.
A tradução/revisão do livro não foi muito feliz. Vi erros complicados de argumentar que foi falta de atenção. Em um determinado momento da trama o nome de Lara é escrito como “Laura”, o nome de um personagem secundário chamado Karam foi escrito Karan. E o pior de todos foi quando um personagem disse “chega” e no flashback da mesma cena aparece ele dizendo “basta”. Já a diagramação está ótima, com letras bem espaçadas e folha amarelada. Na capa vemos Lara empunhando uma arma e atrás dela seu objeto de busca e sombras do que parece ser o exército dos Dez Mil Imortais.
Dan Abnett é um autor Best-seller que já figurou várias vezes na lista do The New York Times e escreveu mais de 40 livros, além de ter roteirizado quadrinhos como Guardiões da Galáxia e muitos outros. Mora em Maidstone, Kent.
Nik Vincent já publicou diversas obras entre quadrinhos, livros e manuais de treinamento. Ela colabora regularmente com seu marido Dan Abnett.
Bom, como já deu para notar, não curti a leitura, mas ainda assim recomendo para os fãs da personagem, que podem ter uma visão diferente da minha ao lerem a obra. Talvez funcione mais para uns do que para outros. Infelizmente, não recomendo tanto assim para quem não jogou o game, já que como dito, ele é uma continuação quase que direta. E por fim, fico no aguardo para que mais obras da exploradora cheguem até os leitores brasileiros, pois há muito ainda a ser contado da história de Lara.


Bibliografia de DAN ABNETT (ordem cronológica):

Livros:
  • Tomb Raider: Os Dez Mil Imortais – Editora Nemo (2016).



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27/02/2017

Conheça o romance policial nacional escrito a três mãos

Olá, queridos leitores! Começando a semana com uma notícia épica que me deixou extremamente empolgado. Como sabem, tenho grande admiração e entusiasmo pelo trabalho do autor Enéias Tavares. Mais do que um parceiro do blog, Enéias é um grande amigo. E recentemente o autor veio me contar as novidades sobre seus futuros projetos. Muitas coisas boas para 2017 e agora vamos revelar a primeira delas:

Já tem um tempo que está rolando na internet um burburinho sobre a nova obra do autor (escrita em parceria com outros autores) e hoje podemos revelar a capa! Não, leitores e fãs do autor, ainda não é "O Parthenon Místico", mas é tão legal quanto. Então, apresentamos a vocês a obra: Guanabara Real - A Alcova da Morte. 

Um livro escrito a três mãos, capa assinada pela artista Poliane Gicele

Ah, eu só queria dizer que estamos divulgando com total EXCLUSIVIDADE essa capa. Não saiu em canto nenhum ainda 💗💗💗

Sobre a obra:

             Brasil, 1892. Na noite da inauguração da estátua do Corcovado, um horrendo crime toma de assalto a alta sociedade carioca. Para resolver o mistério, a investigadora particular Maria Tereza Floresta, o engenheiro positivista Firmino Boaventura e o dândi místico Remy Rudá, terão de se embrenhar numa perigosa trama de poder e corrupção. O que parece mais um caso, aos poucos se revela um plano que põe em risco o futuro de todo país e para impedi-lo, a agência de detetives Guanabara Real terá de usar toda a sua perícia para solucionar os enigmas tecnológicos e os mistérios arcanos da sangrenta Alcova da Morte!

Uma trama de investigação policial.
Um enredo de ficção científica.
Um crime de horror sobrenatural.

Três autores. Três heróis.
Em um Rio de Janeiro que nunca existiu!

Da esquerda para a direita: A.Z Cordenonsi, Enéias Tavares e Nikelen Witter

Sobre os autores:

Guanabara Real – A Alcova da Morte é um romance de aventura e suspense que flerta com os gêneros investigação policial, ficção científica e horror sobrenatural. Concebido pelo Grupo Steampunk de Santa Maria: os escritores Nikelen Witter (Territórios Invisíveis, Fantas, 2012), A.Z. Cordenonsi (Le Chevalier, Avec, 2015) e Enéias Tavares (Brasiliana Steampunk, LeYa, 2014), oferecem aos leitores um romance de tirar o fôlego em um Brasil igualmente atraente e perigoso!

Galeria de Imagens

Os Heróis

Firmino 


Maria Tereza


Remy 

Cartões de visita





Nem preciso dizer que já quero meu exemplar, né? Em breve a Academia Literária DF trará mais informações especiais sobre a obra. Mas já fiquem ligados, pois a pré-venda começou na Saraiva. Quem quiser garantir o seu clica AQUI. E quem comprar na pré-venda vai levar um poster exclusivo!

Fiquem de olho que logo saem mais informações!!!!!! 😉



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25/02/2017

RESENHA - As Letras do Amor (Paula Ottoni)

Ficha técnica:
Referência bibliográfica: OTTONI, Paula. As letras do amor. 1ª edição. Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito Editora, 2016. 224 páginas.
Gênero: Ficção.
Temas: Roma. Italiano. Brasileiros na Itália.
Categoria: Literatura juvenil.
Ano de lançamento: 2016.











“E, quando estamos no parque, eu fico esperando por esse momento. Rio com ele de seus comentários bobos, aprecio a vista maravilhosa em sua companhia e me sinto à vontade como se fôssemos um casal de velhinhos que está juntos há décadas, até que identifico o problema. Sou nova demais para me sentir como uma velhinha.”
*As letras do amor (pág. 152).

Uma jovem confusa com o início da vida adulta embarca em uma viagem mágica para a Itália. Na companhia do namorado que vai abrir uma filial da loja de móveis do pai, Bianca passará seis meses em Roma, na casa de Enzo, melhor amigo do perfeito Miguel. É na cidade do amor que a italiana criada em Minas Gerais se redescobre por inteira e assume responsabilidades que nunca tivera.
Mais uma vez Paula Ottoni nos apresenta uma personagem feminina aventureira. Como em “A Destinada” (resenha aqui!), a protagonista necessita sair do local onde mora para viver experiências incríveis; o destino em ambos os livros é o mesmo: a Itália. Diferentemente de Eliza Stewart – protagonista do livro publicado em 2012 –, Bianca não tem um dom sobrenatural que a guia por desventuras. Confesso que me decepcionei com o início da trama de “As letras do amor”, que pareceu monótona. Foram algumas páginas em que precisei de força de vontade para seguir adiante. Mas valeu a pena. Apesar de previsível, o enredo ganha mistério e intrigas e, nós, leitores, ganhamos entusiasmo com a vida amorosa da protagonista.
Acompanhamos a história da mocinha indecisa entre duas paixões: a antiga e cômoda e a nova e incrivelmente singela. Miguel, o namorado, é um personagem bonito, mas peca na inteligência – que julgo ser um sinal de imaturidade –, já que tem sua grande parcela de culpa para o relacionamento ficar por um fio. Enzo, o nerd filantropo, é o homem dos sonhos de Bianca, mas ambos são incrivelmente responsáveis e com corações enormes e inocentes. No fim, percebemos que toda a angústia de Bianca se resume ao sentimento de acomodação com o relacionamento. A jovem também tem pouco amor próprio – ambos aspectos, porém, sofrem grande reviravolta, o que é um dos pontos fortes da obra.  
A autora nos presenteia com uma playlist – a cada capítulo, duas sugestões de músicas. Os ritmos são variados: de Ariana Grande a Alanis Morissette, por exemplo. Assim como a personagem principal nos conta que adora ler ouvindo música, a autora nos induz a essa experiência. Eu tenho dificuldade para me concentrar na leitura ouvindo música, principalmente com o fone de ouvido, mas confesso que meus sentidos ficaram mais aguçados e a história tomou mais vida em minha mente. A sensação é mais adorável pelo fato da música fazer parte do enredo, uma vez que a autora deve tê-la imaginado na cena enquanto a criava.
 “As Letras do Amor” é narrado em primeira pessoa, pela protagonista da história, Bianca. A trama é bem fluida e não apresenta dificuldades para acompanhar o desenrolar dos fatos. O foco narrativo é a mudança do estilo de vida de Bianca: sai da casa dos pais para descobrir a Itália e a si mesma. A relação temporal é linear – as poucas vezes que voltamos em algum ponto do passado é a partir da narrativa da personagem.
Assim como a protagonista de “As Letras do Amor”, a autora Paula Ottoni é cidadã italiana. Nascida em 1992, ela é formada em design pela UnB (Universidade de Brasília). Além da Itália, Paula já morou nos Estados Unidos e na Dinamarca. A jovem que escreveu o primeiro livro aos 13 anos venceu, em 2010, um concurso de ficção promovido pela revista Capricho e teve o conto “Projeto do Amor” publicado pelo periódico.
      “As Letras do Amor” é, obviamente, uma aventura que agradará os loucos por histórias de adolescentes confusos com a transição para a vida adulta – características de obras do gênero new adult. Recomendo esta obra para aqueles que ainda acreditam no amor, independente das desilusões que viveram ou poderão viver. Para aqueles, principalmente, que admiram personagens destemidos, comuns na vida real.




Bibliografia de PAULA OTTONI (ordem cronológica):

Livros:
  • Uma Princesa em Meu Lugar - Editora Bookess (2011);
  • A Destinada - Independente (2012);
  • Half Moon - Amazon (2013);
  • As Letras do Amor – Novo Conceito (2016).
Contos
  • O Lado Escuro do Mar - Amazon KDP (2015).
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24/02/2017

Kimberly Bradley combina ternura e realidade em obra sobre a Segunda Guerra

Olá, queridos leitores!!! Cheguei com muito amor para dar hoje, só que tem um pequeno detalhe, é amor com terror. Vocês gostam? Espero que sim, porque a DarkSide tem novidade na linha de romances macabros, #Darklove. O livro em questão se chama A Guerra que Salvou a Minha Vida e vocês saberão mais sobre ele lendo esse post. 


Não estou falando de amor romântico, mas de amor na sua versão mais intrínseca, amor pela família e pelo lar.  


Sobre a obra:


Ada tem dez anos (ao menos é o que ela acha). A menina nunca saiu de casa, para não envergonhar a mãe na frente dos outros. Da janela, vê o irmão brincar, correr, pular – coisas que qualquer criança sabe fazer. Qualquer criança que não tenha nascido com um “pé torto” como o seu. Trancada num apartamento, Ada cuida da casa e do irmão sozinha, além de ter que escapar dos maus-tratos diários que sofre da mãe. Ainda bem que há uma guerra se aproximando.  Com a eminência dos bombardeios de Hittler ela e seu irmão se veem tendo que deixar a família para trás para irem em direção o interior da Inglaterra. Uma fuga em busca de uma vida melhor, mas que não irá polpa-los das dores produzidas pela guerra. A expressão do ódio em forma de batalhas sangrentas é vista pelos olhos dessa menina, e não pelos de um soldado, que enfrenta a fome e a falta de sua família. Trata-se da perspectiva de uma garota que se torna refugiada dentro de seu próprio país, como milhares de outras crianças se sentiram na Segunda Guerra Mundial . Um livro que faz relembrar valores como o companheirismo e a amizade, valores estes que podem fazer o amor reina sobre o terror.  


Sobre a autora:


Kimberly Brubaker Bradley vive com o marido e os filhos em uma fazenda no sopé das Montanhas Apalaches, entre pôneis, cães, gatos, ovelhas, cabras, e muitas, muitas árvores. É autora de vários livros, entre eles Leap of Faith e Jefferson’s Sons. A Guerra que Salvou a Minha Vida ganhou o Newbery Honor Book, o Schneider Family Book Award e o Josette Frank Award, além de ter sido eleito entre os melhores livros de 2015 pelo Wall Street Journal, a revista Publishers Weekly, a New York Public Library e a Chicago Public Library, entre outros. Saiba mais em kimberlybrubakerbradley.com.

 “Dolorosamente adorável [...] Com nuances e emoções certeiras, este conto vívido sobre os tempos de guerra fará com que os leitores sofram com cada tropeço de Ada e se alegrem com suas vitórias — a ponto de trazer lágrimas aos olhos.”
— THE WALL STREET JOURNAL 

“Envolvente, tocante, sutil [...] Esta é uma história que fará com que o leitor se sinta bem, mas ele terá que conquistar isso. [...] Um romance diferente e poderoso à sua própria maneira.”
— THE HORN BOOK 


 "Tentamos fugir desde mundo cruel, ou melhor, dessas pessoas cruéis, mas muitas vezes o ódio ainda é capaz de nos alcançar, a solução é lutar com as nossas melhores armas, nossos corações e sua melhor habilidade, o amor."
-SARAH MASCARENHAS


Bem, é isso pessoal. espero que tenham gostado da indicação. Me contem nos comentários o que fariam se estivessem na situação em que Ada se encontra. Não deixem de compartilhar esse post.

Beijos!!! 😉💕
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23/02/2017

Literatura por Mulheres (A Mediadora)



Olá, queridos leitores da Academia! Como vão? Hoje damos continuidade as divulgações do nosso tão esperado evento. Se não sabem sobre o que se trata o evento, clica aqui que explicamos! E se não sabem ainda quem são nossas autoras convidadas, clica aqui! Apresentamos a vocês a mediadora deste ano! Vamos conhecê-la?




Sobre a autora:


Cinthia Kriemler é contista. Carioca, mora em Brasília desde 1969. Graduada em Comunicação Social/Relações Públicas pela Universidade de Brasília, UnB. Especialista em Estratégias de Comunicação, Mobilização e Marketing Social,também pela UnB. É Analista Legislativo da Câmara dos Deputados. Colunista da Revista Samizdat. Tem textos publicados em: mallarmargens, Germina, Escritoras Suicidas, Diversos afins, Conto Afora, Revista Philos, Revista Biografia, Revista InComunidade (portuguesa). Semifinalista do Prêmio Oceanos 2016; vencedora do 50° FEMUP de contos de 2015; vencedora do I Concurso de Minicontos Autores S/A, 2013; 3º lugar no Festival de Poesia Falada de Campos de Goytacazes, 2013 ; finalista do Prêmio TOC140, Fliporto, 2013; 2º lugar no II Concurso de Poesia Autores S/A, 2012; finalista do Prêmio SESC DF Monteiro Lobato de Contos Infantis 2012.


Obra publicada:

"Na escuridão não existe cor-de-rosa" é o quarto livro de Cinthia Kriemler, o terceiro pela Editora Patuá. São 32 contos pequenos que falam sobre a miséria dos invisíveis, diluída no cotidiano de banalidades e vícios das cidades. A autora trata de temas atuais e recorrentes: perda de entes queridos, abandono, solidão, separação, violência contra a mulher, exploração sexual de menores, incesto, estupro, traição, vingança. E faz reflexões sobre a fé, a morte, a velhice, a doença, a hipocrisia social, o medo. 
"Os invisíveis, os que vivem na escuridão, os que incomodam o equilíbrio falso da sociedade e sofrem em silêncio, com medo de incomodar". É sobre esses personagens inventados à luz da realidade que a autora conta pequenas histórias, tentando fazer com que não sejam afastados para o esquecimento intencional da alienação. Apesar das misérias e denúncias reveladas na narrativa, os textos de Cinthia trazem, também, uma grande dose de lirismo, quase como se a autora quisesse abraçar cada personagem em sua dores, faltas e incertezas.
Essa obra foi a obra semifinalista do Prêmio Oceanos 2016! Incrível, não acham?


Agora nosso time de escritoras está completo! Falta só você para marcar presença e transformar a literatura local! Esperamos vocês, leitores. Venham debater sobre livros, sobre autores, sobre o mercado editoral conosco! 💗


Dados Gerais

Evento: Literatura por Mulheres
Local: Sesc DF - Estação 504 Sul
Data: 11 de Março de 2017
Horário: 15h às 18h
Mediação: Cinthia Kriemler
Autoras convidadas: Teca Machado, Verônica Saiki e Wall Oliveira
Link do Evento: aqui.
Organização: Academia Literária-DF, Leitora Sempre e Ponto Para Ler.
Apoio: Sesc, Editora Arqueiro
Patrocínio: 

Vem prestigiar a literatura nacional ;)



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22/02/2017

Uma câmara se abrindo novamente e coisas bruxescas

Olá, queridos leitores!!! Tudo certinho? Galera, hoje a notícia é para os bruxinhos de plantão. Será lançado dia 11 de Março, pela editora Rocco, Harry Potter e a Câmara Secreta versão ilustrada. Continue lendo para mais detalhes:


Harry já está de olho nessa edição, haha. E você?


Sobre a obra:

Cenas de tirar o fôlego, momentos tensos da trama e personagens inesquecíveis esperam os leitores nesta edição mágica que traz o texto integral de J.K. Rowling e desenhos do premiado Jim Kay. Com tinta, papel e pixels, o ilustrador britânico cria um mundo encantado como nunca antes visto para acompanhar o segundo ano de Harry Potter na Escola de Magia de Hogwarts. Além da capa dura essa edição também apresenta sobrecapa e miolo em papel couché. Uma verdadeira versão de colecionador. 

Acredito que todos aqui já conheciam a criadora do bruxinho mais famoso do mundo, mas não custa nada mostrar um pouco sobre essa maravilhosa, né? Por falar nela, existe um filme chamado Magia além das Palavras que conta a história da querida J.K, esse drama é muito bem recomentado, fica a dica para quem quer conhecê-la melhor.



Sobre a atora:

Joanne Kathleen Rowling nasceu nos arredores de Bristol, na região de Gloucestershire, Inglaterra, em 31 de julho de 1965. Estudou Francês e Letras Clássicas na Universidade de Exeter. Em 1990, Rowling teve a ideia para a trama de Harry Potter, numa viagem de trem de Manchester para Londres. Sete anos depois, a primeira edição de Harry Potter e a Pedra Filosofal foi publicada na Inglaterra pela editora Bloomsbury, dando início ao maior fenômeno editorial de todos os tempos.

Só eu que tenho curiosidade em relação aos ilustradores de livros? Acho super legal saber mais sobre eles, portanto, vou falar um pouco sobre o em questão.



Sobre o ilustrador:

Jim kay, além de ilustrar livros, também produziu peças de instalação para galerias e trabalho de conceito para cinema e televisão. Ama museus, livros antigos, filmes de David Lean, creepy crawlies, jardinagem e praticamente qualquer música de qualquer século. Agora vive em Northamptonshire com seu sócio que o ajuda em tempo integral, e projeta e faz chapéus demasiado.




Está claro que essa edição agrega uma sensação maior de realidade a obra, certamente é mágico de se ler e analisar. Para quem está interessado em comprá-lo, clique aqui para conferir as ofertas. Agora, para quem quer mais uma prova de que é incrível, clique aqui para conferir as 6 páginas de prévia. 

É isso, pessoal. Espero que tenham gostado de embarcar um pouquinho no universo do Harry comigo. Comentem o que acharam do post e sua casa de Hogwarts. Grifinória, Corvinal, Lufa-Lufa ou Sonserina? Haha, não deixem de compartilhar também. 


Onde comprar: Saraiva | Cultura


Só para vocês rirem:


Beijão!!! 😜💓


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21/02/2017

RESENHA - Deep (Kylie Scott)

Kylie Scott
Ficha técnica:
Referência bibliográfica: SCOTT, Kylie. Deep – série “Stage Dive”. 1ª edição. São Paulo, Universo dos Livros, 2017. Tradução: Cristina Calderini Tognelli. 320 páginas.
Gênero: Romance, New Adult, erótica
Temas: banda de rock, gravidez indesejada
Categoria: Literatura Estrangeira; Literatura Australiana
Ano de lançamento: 2014 na Austrália e 2017 no Brasil
Série: Lick (Livro 1), Play (Livro 2), Lead (Livro 3) e Deep (Livro 4)




“Mas, pensando bem, o amor mexe com o jeito como as pessoas veem as coisas.”
Deep – Livro 4. (pag. 259)




Queridos leitores, venho dar a triste notícia de que este é o último livro da nossa banda favorita (pelo menos, é a minha) – snif, snif, snif... Este é o quarto livro da série “Stage Dive”, lembrando que cada um conta a história de um integrante da banda.
Aqui vamos conhecer a história do Ben Nicholson, baixista da banda, e da Lizzi (Liz) Rollings, que é a irmã mais nova da Anne - esposa do Mal Ericson – e que teve a sua história contada no segundo livro desta série. A Liz apareceu nesse outro livro, e lá conseguimos ver que ela e o Ben tiveram uma química desde o momento em que se conheceram. Também conhecemos mais sobre a Anne pela perspectiva da Liz. Essa era bastante protetora com a irmã mais nova, pois, praticamente foi ela quem a criou.
Porém, o que eu não esperava é que o Mal tivesse ficado tão protetor com sua “irmã” mais nova, já que ele se casou com Anne. Ele ficou tão protetor com a garota, que foi até engraçado de ver ler como ele agia com ela, sério! Em alguns momentos me peguei rindo.
O livro começa com o prólogo em que autora nos apresenta o desespero da Liz quando ela descobre que está grávida do Ben. O que, para a infelicidade da garota, aconteceu sem que eles esperassem, afinal eles tiveram relação sexual em apenas uma noite, exatamente na noite do casamento da Anne com o Mal. Porém, apesar do Ben gostar da Liz, eles não “poderiam” ter nada, já que ele havia prometido ao Mal que não se envolveria com a cunhada dele. Até porque ele não queria ter nenhum relacionamento sério, apenas curtição. Admito, fiquei um pouco chateada com o Ben.
Após esse prólogo, a autora apresenta como se deu o início da história desses dois, desde o momento em que eles se conheceram até como eles lidaram com a notícia da gravidez, o que foi uma cena inusitada, haja vista que quem deu a notícia para o grupo de que a Liz estava grávida foi a namorada do Ben, em um jantar. Agora, pensem na reação de todos, quando a Liz confirmou que estava grávida e que o bebê era do Ben, sendo que ninguém nem desconfiava que eles tivessem tido alguma coisa.
 Leitores, gostei muito desse desfecho da série, principalmente, porque a autora nos permite ter um vislumbre dos outros personagens, principalmente do Jimmy e da Lena, que foram os meus favoritos. Admito que sofri junto com a Lizzi, por conta das preocupações dela no processo de gestação, e não pensem que foi fácil, pelo contrário. Ela e o Ben não ficam juntos assim que ela descobre a gravidez. Porém, não vou contar aqui para vocês como foi que eles lidaram, para não estragar a surpresa, até porque a Liz, antes de descobrir que estava grávida, nunca quisera ser mãe. Além disso, pudemos conhecer um pouco sobre a irmã dele, que causou problemas no primeiro livro, com o David e a Ev.
A autora do livro, Kylie Scott, é uma autora best-seller do USA Today e do The New York Times. Foi eleita escritora do ano em 2013 pela Australian Romance Writer’s Association e seus livros já foram traduzidos em vários idiomas. É fã de longa data de romances eróticos, rock and roll e filmes de terror lado B. Ela mora em Queensland, na Austrália, com o marido e seus dois filhos.
O livro possui 14 capítulos mais o prólogo e o epílogo. É narrado de forma linear cronológica pelo ponto de vista da Lizzi. Como foi o último da série, fico na expectativa da editora lançar alguma outra série que seja tão boa quanto esta foi. 

Onde comprar: Amazon | Submarino | Saraiva 


Deep

Bibliografia de Kylie Scott (ordem cronológica):
Livros:
     Lick  – Universo dos Livros (2015)
     Play  – Universo dos Livros (2015)
     Lead  – Universo dos Livros (2016)
     Deep  – Universo dos Livros (2017)
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20/02/2017

Horóscopo dos livros: Peixes

horóscopo
Fonte: https://pixabay.com/pt
Olá, leitores, como vão?

Sabiam que a partir de hoje (20/02) até o dia 20 de março o sol estará na casa de peixes? E vocês sabiam que ele é considerado o último signo do zodíaco?

Então, para não deixar passar um signo tão importante, que tal vermos o que o horóscopo reservou para ele hoje?

Caso queiram ler o que os astros disseram para os signos de gêmeoscâncerleãovirgemlibra, escorpiãosagitário, capricórnio e aquário, basta clicar nos respectivos links. ;)

Peixes (20 de fevereiro - 20 de março) - signo da Água

De acordo com o site Tão Feminino, descrevemos abaixo o perfil do signo de uma psciana:

É uma mulher apaixonante por natureza. Feminina, inquietante e sexy, tem um olhar inesquecível. Charmosa, com um ar de garotinha perdida, nasceu para o movimento. Peixes conhece a arte de enfeitiçar os pretendentes e deixá-los a seus pés!

Características da pessoa deste signo: Amáveis, carinhosas, românticas, melancólicas, sensível, sábia, imaginativa, espirituais...

Personagem feminina: Haven Antonelli, do livro “Sempre”, da autora J.M. Darhower.

Sinopse do livro:  Haven Antonelli e Carmine DeMarco cresceram em mundos completamente diferentes. Haven é uma adolescente de 17 anos que nunca conheceu a liberdade. Desde a infância, ela e sua mãe são escravas, vítimas de uma rede de tráfico humano. Carmine, nascido em uma família rica da máfia, viveu uma vida de privilégios e excessos. Agora, uma reviravolta do destino faz com que seus caminhos se cruzem. Apesar das diferenças aparentes, algo mais sutil os une. E da tênue amizade entre os dois floresce uma paixão inesperada e arrebatadora.

Breve avaliação da personagem: A Haven é o tipo de garota que não tem como você não se apaixonar por ela. Quando olhei a descrição deste signo foi a primeira personagem que veio em minha mente. Mesmo com todo o sofrimento que ela passou, em nenhum momento ela deixou de ver o lado bom das coisas ou de lutar pelo que queria.

Personagem masculino: Lucius Vladescu do livro “Como Se Livrar de Um Vampiro Apaixonado”, da autora Beth Fantaskey.

Sinopse do livro: Casar-se com um vampiro certamente não estava nos planos de Jessica Packwood para seu último ano escolar. Mas quando um novo aluno esquisitão (e muito gato) chamado Lucius Vladescu aparece do nada, dizendo que Jessica pertence à realeza vampírica e está prometida em casamento a ele, futuro líder do clã mais poderoso dos vampiros, ela é obrigada a rever seus conceitos. Se a garota ainda nem beijou na boca, como pode sequer pensar em um compromisso eterno? Armada com uma autoconfiança recém-adquirida, Jessica passa por uma transformação drástica de adolescente nerd americana para princesa vampira europeia nessa sátira cheia de reviravoltas e surpresas.

Breve avaliação da personagem: Leitores, pensem em um vampiro fofo, sim, é ele, Lucius Vladescu. Ele é aquele cara romântico (na medida certa), que vai fazer suspirar. Ele é sedutor e misterioso.



É isso. Até a próxima, queridos leitores!

Astróloga literária (rsrsrs) Gabi Crivellente
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18/02/2017

RESENHA - Lead (Kylie Scott)

Kylie Scott
Ficha técnica:
Referência bibliográfica: SCOTT, Kylie. Lead – série “Stage Dive”. 1ª edição. São Paulo, Universo dos Livros, 2016. Tradução: Francisco Sória. 368 páginas.
Gênero: Romance, New Adult, erótica
Temas: banda de rock, problemas familiares
Categoria: Literatura Estrangeira; Literatura Australiana
Ano de lançamento: 2014 na Austrália e 2016 no Brasil
Série: Lick (Livro 1), Play (Livro 2), Lead (Livro 3) e Deep (Livro 4)

“Às vezes as coisas que fazem menos sentido são as mais verdadeiras.”
Lead – Livro 3. (posição 1.988 - E-book via Amazon)








Leitores, parem tudo! Eu preciso comentar sobre este livro. Estou até agora pasma sem saber o que farei com a minha vida daqui pra frente (ok, estou um pouco dramática, admito). Acabei a leitura do livro e não podia deixar de escrever logo esta resenha. Certeza que este livro será um dos meus favoritos de 2017.
Este é o terceiro livro da série “Stage Dive”, sendo que cada livro conta a história de um integrante da banda. Apesar das histórias serem independentes, é interessante ler em sequências os livros.
Aqui vamos conhecer os melhores personagens da série (em minha opinião, claro!), a Lena Morrissey e o James Dylan (Jimmy) Ferris, irmão mais velho do David, guitarrista da famosa banda de rock Stage Dive, que tem sua história contada no primeiro livro. O Jimmy é o vocalista dessa banda. Porém, como ele estava em reabilitação, por conta de bebidas e drogas, precisava sempre de uma companhia para mantê-lo sóbrio. Os seus amigos da banda tentaram vários assistentes, porém, nenhum conseguiu permanecer muito tempo com ele. Afinal, o astro tinha um histórico bem ruim, de sempre ser mal educado com as pessoas.
A Lena era assistente do Adrian, agente da banda. Todavia, eles tiveram um desentendimento que culminou na demissão dela. Contudo, os integrantes da banda viram o que aconteceu, e o Mal, que era o baterista, viu a forma como a Lena lidou com o Adrian. Sendo assim, ele sugeriu que a moça fosse contratada, pois seria uma ótima assistente para o Jimmy.
Após isso, a Lena passou a trabalhar com ele. Como ela tinha que ficar sempre próxima do vocalista, era necessário que eles morassem na mesma casa. No início, eles brigavam muito. Confesso que eu adorei todas as discussões deles.
A Lena é aquela personagem que não leva desaforo pra casa e não é cheia de “mimimi”. É o tipo de pessoa que vai falar a verdade mesmo que machuque, mas ao mesmo tempo fará tudo o que puder para ajudar. Obviamente, o Jimmy se apaixonou por ela.
Já o Jimmy que, de acordo com a Lena, era rude e sem nenhum traquejo social, tinha muita dificuldade em expressar seus sentimentos e se relacionar com os outros. O vocalista sempre tentava mostrar o seu pior lado para as pessoas. Mas ao passo que a Lena o foi conhecendo, foi possível perceber a fachada de insegurança dele.
Ao longo da história, a Lena descobriu os problemas que causavam essa vontade de autodestruição que ele tinha. Já ele se apegou muito a ela, tanto que não podia nem cogitar a hipótese da moça se demitir. Apesar de ele ter criado uma dependência por ela, o Jimmy não a sufocava, como outros personagens que eu já conheci por aí. Não tem como você não se apaixonar pelo vocalista.
Vou parar esta resenha por aqui, apesar de querer falar muito mais. Porém, como sou uma boa menina, não quero dar spoiler para vocês. Apenas digo: leiam!
A autora do livro, Kyle Scott, é uma autora best-seller do USA Today e do The New York Times. Foi eleita escritora do ano em 2013 pela Australian Romance Writer’s Association e seus livros já foram traduzidos em vários idiomas. É fã de longa data de romances eróticos, rock and roll e filmes de terror. Ela mora em Queensland, na Austrália, com o marido e seus dois filhos.
O livro possui 19 capítulos mais o prólogo e o epílogo. É narrado de forma linear cronológica pelo ponto de vista da Lena. O próximo livro da série, Deep, contará a história do Ben, baixista da banda. Segundo a Lena, ele parecia um lenhador sensual com habilidades musicais. Então leitores, como não ficar ansiosa para conhecer esse outro personagem?
Esse próximo livro já foi lançado aqui no Brasil, e admito que não aguentei esperar e já comecei a lê-lo.



Onde comprar: Amazon | Submarino | Saraiva 





Bibliografia de Kylie Scott (ordem cronológica):


Livros: 
  • Lick – Universo dos Livros (2015)
  • Play – Universo dos Livros (2015)
  • Lead – Universo dos Livros (2016)
  • Deep – Universo dos Livros (2017)

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