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27/06/2017

RESENHA – Broken (Liz Spencer)

ATENÇÃO!
A obra resenhada apresenta cenas eróticas. Leitura não recomendada para menores de 18 anos.
Liz Spencer
Ficha técnica:
Referência bibliográfica: SPENCER, Liz. Broken: até que ponto você iria por vingança – série “Quebrando regras”. 1ª edição. Independente (Amazon), 2017. 714 páginas.
Gênero: Romance, Erótico, Dark Romance
Temas: bad boy, vingança, crime, contrabando, drogas
Categoria: Literatura Nacional
Ano de lançamento: 2017 no Brasil
Série: Broken (Livro 1), Wild (Livro 2) e Bad (Livro 3)

“Você tem razão, mas todos nós teremos que morrer um dia. O que determina se sua existência vale a pena ou não, é a forma como você a vivencia.”
Broken – Livro 1 (posição 803 – Ebook Kindle)


Queridos leitores, inicialmente, quando escolhi este livro para ler foi pelo simples motivo dele estar no Kindle Unlimited – um plano mensal que você assina na Amazon para ler livros de “graça” (para saber mais, clique aqui). Confesso que não fui com expectativas muito altas. Porém, pensem em um livro que me surpreendeu de tão bom que foi. Sério! Foi uma baita surpresa me deparar com uma história que conseguiu me prender do início ao fim nas 714 páginas (sim, é tudo isso de página mesmo).
O livro conta a história do Derek, um cara com vontade de vingar a morte da sua namorada, Samantha, que havia morrido na mão do seu pior inimigo, Marcel.
O Marcel era um mafioso, envolvido com contrabando de armas e drogas, além de tráfico de mulheres. Sendo que a Samantha era amante dele. Aos olhos do Derek ela era mais uma vítima desse bandido. Como os dois se apaixonaram, eles resolveram roubar do Marcel e fugir. Afinal, ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão. Certo? Não mesmo! Pois, a fuga deles deu errado e a Samantha foi morta. O Derek só não morreu porque o Ryan, um ex-policial que depois se tornou seu melhor amigo, o encontrou sem consciência e o ajudou a se recuperar.
Por conta disso, quatro anos depois, o Derek resolveu retornar e vingar a morte da amada. Então, ele teve a ideia de sequestrar a irmã do Marcel, Faith. A garota não sabia nada do que seu irmão fazia. Para ela, o Marcel era apenas um empresário de sucesso.
Leitores, muita coisa acontece após esse sequestro. Quando você pensa o que vai acontecer no livro, a autora faz uma reviravolta na história que pega você de surpresa. Por isso, e outras coisas (lógico!), eu adorei essa leitura.
A Faith é extremamente determinada e corajosa. Ela me surpreendeu, pois pensei que ela fosse ser aquelas personagens cheias de “não me toque”. Já o Derek é aquele cara raivoso e explosivo, mas que mesmo assim você vai querer colocar ele no colo e dizer que “está tudo bem, isso vai passar”.
A autora do livro, Liz Spencer, nasceu em 1995, no estado da Bahia. Atualmente, reside no Rio de Janeiro. Estudante de Letras, é loucamente apaixonada por livros, descobrindo, desde cedo, um amor imensurável pelo ato de contar histórias. Totalmente a favor dos bad boys literários e finais felizes. Ela é escritora de Dark Romance e New Adult, considera-se discípula da deusa Ward e da rainha Winters.
Esta história se passa nos Estados Unidos da América, porém, tentei pesquisar na internet o motivo pelo qual ela não optou por ambientar aqui no Brasil, mas, infelizmente, não consegui localizar nada. Se eu descobrir, passo por aqui e atualizo este o post.
O livro possui 43 capítulos e um epílogo, sendo que ao final a autora disponibilizou uma playlist com algumas músicas.  A trama é bem fluida e de fácil entendimento. A história é narrada sob o ponto de vista da Faith e do Derek, em primeira pessoa. Porém, ao longo da história temos um capítulo narrado pelo Marcel e pelo Simon, que trabalhava para o Marcel e namorou a Faith. A autora também disponibilizou um book trailer do livro, para assistir clique aqui.
Por fim, ressalto que de acordo com o facebook da autora (@MLSpencerPT), o segundo livro desta série, Wild - Almas Selvagens, já foi iniciado. Sendo que os capítulos serão postados na plataforma Wattpad (para saber mais, clique aqui). Além disso, ela prometeu que ao completar a história nessa plataforma, o livro será publicado na Amazon. Agora me resta a dúvida, não sei se já começo acompanhar por lá ou se espero ele entrar na Amazon, o que acham?
Broken

Bibliografia de LIZ SPENCER (ordem cronológica):

Livros:

  • Broken - Amazon (2017)
  • Para a Garota Que Tanto Amei - Amazon (2017)



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24/06/2017

RESENHA – Resident Evil: Incidente Caliban Cove (S. D. Perry)

Ficha técnica:
Referência bibliográfica: PERRY, S.D. (Stephani Danelle) Resident Evil - O Incidente Caliban Cove. 1ª edição. São Paulo, Editora Benvirá, 2014. Tradução: Gustavo Hitzschky, 208 páginas.
Gênero: Ficção Científica/Terror
Temas: Zumbis, mortes, assassinatos, armas biológicas
Categoria: Literatura Estrangeira; Literatura Norte-Americana
Ano de lançamento: 2014
Série: Resident Evil - Conspiração Umbrella (1), Resident Evil - Incidente Caliban Cove (2)








            “Muitas coisas já haviam acontecido, e esse era apenas o começo da batalha. Ainda havia pessoas que trabalhavam no S.T.A.R.S. em quem confiava, com quem podia contar, e não seria pego novamente, talvez eles não precisassem correr. E, se Rebecca e David fossem bem-sucedidos na operação no Maine, teriam o necessário para acabar com a empresa de uma vez por todas.
         A Umbrella havia mexido com as pessoas erradas. Barry queria estar lá quando descobrissem isso. ”
*Resident Evil - O Incidente Caliban Cove (pág. 55).

                Após os acontecimentos de Resident Evil - Conspiração Umbrella os membros do S.T.A.R.S. acreditavam que tudo havia terminado na mansão Spencer. O esquadrão havia reunido provas contra a empresa farmacêutica para alertar o mundo sobre as terríveis armas biológicas criadas pela corporação, porém, tudo em vão: a Umbrella não apenas saiu impune, mas também conseguiu fazer os membros do S.T.A.R.S. envolvidos se tornarem criminosos foragidos. 
             Resident Evil - Incidente Caliban Cove é a continuação direta dos eventos de Resident Evil - Conspiração Umbrella (resenha), passando-se 13 dias após os acontecimentos da mansão Spencer. Os sobreviventes Chris, Jill, Barry e Rebecca, tentaram alertar o mundo sobre a Umbrella, mas ninguém acreditou na história de que a empresa estaria criando armas biológicas. Sem saber o que fazer e com a cabeça a prêmio, eles recebem a visita inesperada de um homem chamado David, membro dos S.T.A.R.S. que acreditou na história deles. Ele revelou que recebeu a visita do misterioso Trent, como Jill no livro anterior, e contou ao grupo que não haveria reforços. A Umbrella havia manipulado ou comprado o silêncio da alta cúpula dos S.T.A.R.S. Eles estavam sozinhos.
             Porém, Trent dera-lhe documentos que poderiam ser a esperança de desmascarar a Umbrella e ao mesmo tempo livrar a cara dos sobreviventes. Nos documentos havia informações de que outro laboratório, sediado na pequena cidade costeira de Caliban Cove, no Maine, perdeu o controle sobre os experimentos da mesma forma que aconteceu na mansão. David estava montando uma equipe para invadir o laboratório e veio recrutar a jovem Rebecca para o time.
Antes de falar minhas impressões, vamos a uma curiosidade: diferente do primeiro livro, esta é uma história totalmente desenvolvida pela autora, ou seja, não é mostrada em nenhum dos jogos da série. A autora deve ter muita moral para autorizarem uma história totalmente nova da saga...
Bom, a história agora foca em Rebecca, única sobrevivente do Bravo Team do livro anterior. Uma gênia em miniatura, a jovem bioquímica de apenas 18 anos parte em uma missão complicada de resgatar e estudar o agente mutagênico do vírus T. Em companhia do comandante David, do especialista em computadores e atirador Steve Lopez, do especialista em comunicação John Andrews, e da perita forense Karen Driver, a missão era simples: entrar no complexo, pegar amostra e documentos e sair de lá sem alarde. Porém, como nada em Resident Evil é simples, logo ao chegarem na instalação, eles são atacados por monstros criados a partir do Vírus T.

            “- Morram, caramba, por que não morrem? – berrou Steve atrás dela com tal descrença e horror na voz que o sangue da garota gelou.
‘Zumbis?’
Sem desviar o olhar do retângulo de madeira escura, Rebecca gritou o mais alto que pôde, a voz quebrada contra o ruído incansável das automáticas.
- Tiros na cabeça! Mirem na cabeça!.”
*Resident Evil - O Incidente Caliban Cove (pág. 99 e 100).
(imagem)


           Na obra somos apresentados a um tipo diferente de zumbi: os trisquads, armas biológicas criadas pelo Dr. Nicolas Griffith. Esses zumbis eram inteligentes o suficiente para seguir ordens básicas e utilizar armamentos. Eles utilizavam o fuzil M16 como armamento básico e serviam para proteger o perímetro da instalação, sempre andando em grupos de 3 indivíduos (daí o nome trisquads). Apesar de ser um grande avanço no controle das armas biológicas, os monstros foram vencidos pela equipe do S.T.A.R.S. chefiada por David. Além dos trisquads, o Dr. ainda conseguiu sintetizar uma variante do vírus T que lhe permitiria controlar os zumbis. Esses poderiam até mesmo se passar por pessoas normais se assim fossem ordenados.

“Retire a habilidade de um homem de escolher e a mente fica livre, vazia, pura. Com treinamento, torna-se um bicho de estimação; sem, vira um animal, tão inofensivo e serenamente simples quanto um rato. Cubra o mundo com tais animais, e somente os fortes sobrevivem...”.
*Resident Evil - O Incidente Caliban Cove (pág. 55).

           Conversando com meu amigo e revisor do blog, o Nillo, descobrimos uma possível referência interessante usada pela autora. Caliban é o nome dado há um personagem de uma peça de Shakespeare chamada A Tempestade (que ele recomendou muito a leitura). A história fala sobre um rei destronado e exilado numa ilha que aprende magia e usa seus poderes para criar uma tempestade e assim naufragar um navio que tem a bordo o usurpador do trono. Caliban é um morador nativo dessa ilha que é domado, por assim dizer, por esse rei feiticeiro.
             Não pegaram? Então vamos lá: O Rei destronado é o Dr. Griffith, que parou de receber apoio da Umbrella. Ele se exila em uma pequena ilha (a base da Umbrella) e aprende magia, que no caso são suas pesquisas do T Vírus. E assim naufragar um navio que tem a bordo o usurpador do trono, que no caso é a personagem Rebecca. E o personagem Caliban pode ser uma analogia aos zumbis que o Griffith controla. Curioso, não acham?
(imagem)
            À medida que o livro avança, ficamos cientes da motivação de cada membro, já que aquela não era uma missão oficial do S.T.A.R.S. E por estarem sem suporte, a missão seria ainda mais difícil. Quando a coisa começa a complicar, eles são atacados por sentimentos de dúvida e culpa sobre o sucesso da missão. Afinal, quem eram eles para desafiar uma gigante como a Umbrella? Teriam eles condições de enfrentar um inimigo que não sente dor? Medo? Fadiga? E pior: poderiam sair vivos do inferno? A autora traduz essas emoções inserindo na narrativa os pensamentos dos personagens, o que nos faz conhecer a personalidade de cada membro em meio ao frenesi da missão.

“Parei de confiar nos meus instintos. Sem a segurança do S.T.A.R.S. atrás de mim, eu me esqueci de ouvir aquela voz – com tanto medo de cometer um erro que perdi a habilidade de escutar, de saber o que fazer. Toda vez que o medo me atacou, eu o atravessei e ignorei  –  assim o fortaleci.”
*Resident Evil - O Incidente Caliban Cove (pág. 55).
(imagem)
           O que eu curti muito: essa carga de emoções que envolveu cada membro do time. Eles aparecem não apenas como soldados, mas também como pessoas, com sentimentos, medos e dúvidas. Idem para o grande antagonista da trama: a autora soube explorar muito bem os pensamentos de um cientista maluco com desejos megalomaníacos de tornar o mundo um lugar “melhor”. Também achei interessante a descrição dos quebra-cabeças. Quem joga Resident sabe que existem vários para resolver, que abrem portas, revelam itens e outras coisas.
O que eu não gostei muito: faltou mais ação. A missão focou-se principalmente em avanço e reconhecimento. Quase não havia inimigos para enfrentar. Não que isso torne a obra ruim, apenas menos empolgante (pra mim). O “survivor” ficou mais por conta do pouco tempo que eles tinham para sair de lá do que para os combates contra armas biológicas, pois algo grave havia acontecido com um dos membros do grupo.

“- Se… se eu começar a ficar… irracional, vocês vão fazer alguma coisa, não? Vocês não vão me deixar… machucar ninguém?”
*Resident Evil - O Incidente Caliban Cove (pág. 55).

(imagem)
A obra é narrada em terceira pessoa e se divide em dois tempos: na visão da equipe de Rebecca e na visão do antagonista da trama. A fluidez da narrativa é tranquila, eu apenas senti a falta de um mapa, pois fiquei um pouco perdido nas cenas que eles tinham de mudar de setor dentro do complexo. Isso ajudaria bastante a me situar dentro da trama. Somos apresentados aos personagens à medida que a obra avança. Quando a obra passa para a ótica do antagonista, somos apresentados às motivações que o levaram a cometer todas as atrocidades vistas no decorrer da obra. A revisão está boa, achei um erro evidente apenas. A diagramação também está ótima, com folhas amareladas e uma letra de fácil leitura. Quanto à capa, eu não curti muito. Não sei bem dizer o porquê. Achei os traços da personagem esquisitos.
S. D. Perry é autora de várias séries famosas como “Aliens”, “Alien vs. Predador” e “Star Trek”. Perry também escreveu os romances inspirados nos filmes “Timecop” e “Vírus”. É filha do escritor best-seller de ficção científica Steve Perry e mora em Portland, no estado norte-americano de Oregon, com o marido e dois filhos.
          Bom, embora não seja uma das melhores histórias envolvendo a franquia, Resident Evil - O Incidente Caliban Cove é uma obra que pode ser apreciada pelos fãs da franquia por trazer alguns elementos não vistos em outros jogos da série. Recomendo também para os curiosos que querem desbravar este vasto universo (mas não comecem por esse, senão vão boiar em alguns aspectos). Talvez não seja uma obra tão interessante assim para quem não gosta do gênero terror, mas se a curiosidade bater, a saga Resident Evil é um começo legal.
            Mesmo construindo uma boa narrativa dentro da saga e tenha bons momentos de suspense e terror, Resident Evil – O Incidente Caliban Cove não é um livro tão impactante dentro da franquia e talvez para alguns fãs seja apenas isso: um incidente dentro de uma conspiração maior.


Bibliografia de NOME DO AUTOR (ordem cronológica):

Livros:
  • Resident Evil: Conspiração Umbrela (Livro 1) – Benvirá (2013).
  • Resident Evil: O incidente de Caliban Cove (Livro 2) – Benvirá (2014).
  • Resident Evil: A Cidade dos Mortos (Livro 3) – Benvirá (2014).
  • Resident Evil: Submundo (Livro 4) – Benvirá (2014).
  • Resident Evil: Nêmeses (Livro 5) – Benvirá (2015).
  • Resident Evil: Código Verônica (Livro 6) – Benvirá (2015).
  • Resident Evil: Hora Zero (Livro 7) – Benvirá (2016).




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22/06/2017

Horóscopo dos livros: Câncer

câncer
Fonte da imagem: https://www.altoastral.com.br/
Olá, amigos leitores,

Cadê meus amorzinhos cancerianos deste blog? Alguém por aí? Vamos ver o que os astros nos revelam hoje? Curiosos?

As revelações abaixo foram extraídas do site Personare, que contém os dados que tratam do signo de câncer e da carta de tarot sorteada.

Lembrando que este post tem o intuito apenas de descontrair.

Câncer (22 de junho a 22 de julho)


Elemento: Água (Possui uma força penetrante e sutil e está simbolicamente associado à função psíquica do sentimento.)


Regente: Lua (A Lua é o astro relacionado às questões emocionais. Ela mostra como você lida com a sua sensibilidade e as reações emotivas que você tem diante da sua vida. Aqui também são levados em consideração os condicionamentos que você traz da sua infância.)

Cor: Branco (O branco é, na verdade, a presença de todas as cores, representando paz, pureza, purificação, limpeza e harmonia. Também pode estimular a criatividade, pois oferece mais clareza e inspiração para a mente.)

Flores: Lírio D’água (Por ser um signo de Água, todas as flores aquáticas combinam com o signo de Câncer. O lírio d'água, por exemplo, representa sua pureza e doçura.)

Pedras: Opala, pedra da lua, cristal da rocha e pérola.

Perfil: No signo de Câncer, encontramos a ligação às origens. Este signo tem o poder de fazer com que a maioria das pessoas se sinta à vontade na sua presença. E adora mergulhar fundo no mistério dos sentimentos humanos.



Principal frase: “Emoção, afeição, imaginação”



horóscopo
Personagem feminina: Mari do livro “Cadu e Mari”, da autora A.C. Meyer.


Sinopse do livro: Mariana trabalha em uma badalada revista de moda. Tem um bom salário, é muito competente... E tem uma queda pelo chefe, daquelas bem poderosas. Eles vivem em mundos completamente diferentes, e Mariana sabe que nunca acontecerá nada entre os dois. Até que Carlos Eduardo repara que sua secretária é muito, muito bonita. O amor entre os dois é arrebatador, e Cadu e Mari sentem que nasceram um para o outro. Mas as coisas logo começam a desandar. Talvez Cadu ainda não esteja preparado para confiar em uma pessoa que teve uma vida tão diferente da sua; talvez Mari ainda não se sinta segura em dividir sua realidade com o chefe. Para viver esse amor, os dois precisarão enfrentar preconceitos e vencer intrigas. Será que estão prontos?

Breve avaliação: Ela é  uma profissional supercompetente, inteligente e dedicada. É uma personagem que se fosse real você se afeiçoaria rápido à ela.

Para ler a resenha deste livro clique aqui.

horóscopo literário
Personagem masculino: Gregory Bridgerton do livro “A Caminho do Altar”, da autora Julia Quinn.

Sinopse do livro: Ao contrário da maioria de seus amigos, Gregory Bridgerton sempre acreditou no amor. Não podia ser diferente: seus pais se adoravam e seus sete irmãos se casaram apaixonados. Por isso, o jovem tem certeza de que também encontrará a mulher que foi feita para ele e que a reconhecerá assim que a vir. E é exatamente isso que acontece. O problema é que Hermione Watson está encantada por outro homem e não lhe dá a menor atenção. Para sorte de Gregory, porém, Lucinda Abernathy considera o pretendente da melhor amiga um péssimo partido e se oferece para ajudar o romântico Bridgerton a conquistá-la. Mas tudo começa a mudar quando quem se apaixona por ele é Lucy, que já foi prometida pelo tio a um homem que mal conhece. Agora, será que Gregory perceberá a tempo que ela, com seu humor inteligente e seu sorriso luminoso, é a mulher ideal para ele?

Breve avaliação: Não sei o motivo, mas quando eu vi que o signo era de Câncer eu me lembrei logo do Gregory. Não sei se foi pela alma romântica dele ou pelo seu carisma. O que vocês acham?

Para ler a resenha deste livro clique aqui.

Carta de tarot sorteada:

horóscopo literário
Fonte da imagem: www.iquilibrio.com

A Rainha de Paus (ou Bastos) sugere a necessidade de manutenção da fidelidade para com seus objetivos e ideais, por mais que todas as outras pessoas insistam para que você tome outros caminhos. A lealdade para consigo é condição fundamental para o sucesso neste momento. Persista e, por mais que você chegue a ter dúvidas de que irá conseguir, terminará obtendo o desejado – talvez não da maneira como você imaginava, mas de uma forma altamente satisfatória.

horóscopo literário
Livro relacionado à carta: Nossa, a Rainha de Paus (pelo menos o nome) remete a algo forte, não é mesmo? Sendo assim, pela descrição do site Personare, a personagem que mais me lembrou essa rainha foi a princesa Arabella Celestine Idris Jezelia (Lia) do livro “The Kiss of Deception”, da autora Mary E. Pearson. Lembrei-me dela porque a garota tem um ímpeto de agir conforme manda o seu coração, mesmo que suas decisões vá de encontro com o que os outros esperam dela. E vocês, o que acham?

Para ler a resenha deste livro clique aqui.




Por fim, quem quiser curtir uma boa música, basta acessar a playlist do Superplayer que apresenta uma seleção de músicas que se relacionam com os cancerianos (para acessar, clique aqui).



É isso, até a próxima, queridos leitores!

Astróloga literária (rsrsrs) Gabi Crivellente
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21/06/2017

Conheça a nova obra da autora FML Pepper



Olá, queridos leitores! Como estão? Hoje estava navegando pela internet e fui pego de surpresa com o anúncio da capa e abertura da pré-venda do novo livro da diva FML Pepper 😱. Para quem não sabe, a autora assinou contrato com o Grupo Editorial Record e sua obra sairá pelo selo da editora, a Galera Record. Abaixo vocês podem conferir um pouco sobre a nova obra da autora da trilogia "Não Pare"


Que capa sensacional é essa? Meu Deus! 💓

"O Azar não existe. Nem a Sorte. A vida é uma balança e a estatística, os pesos. Será?"


Sobre a obra:

O azar pode ser a sua ruína. A sorte também. Da mesma autora da trilogia Não pare! Rebeca. Uma garota sem escrúpulos ou fé, criada para ser ladra. O esquema para o novo e maior golpe de sua vida é irretocável, perfeito... até encontrar Madame Nadeje, a enigmática cartomante do decadente parque de diversões. Ouvir seus segredos mais íntimos seguidos de profecias perturbadoras, entretanto, não impedem Rebeca de ir adiante. Seu mundo matemático e lógico desmorona ao enfrentar as previsões da vidente, e sua vida se transforma em um pesadelo. Karl, um orgulhoso e passional lutador de MMA, passa por uma grande decepção. Incapaz de aceitar derrotas, ele comete um erro estúpido e, de herói, se torna vítima em segundos. Um acidente deixa em seu cérebro um coágulo inoperável que pode se romper num piscar de olhos. Determinado a esconder a terrível condição de todos, ele resolve levar uma vida tranquila e passar longe de brigas. Um plano perfeito... até conhecer Rebeca.

Compre aqui na Pré-venda!




Sobre a autora:

"Você já dormiu demais. Está na hora de começar a sonhar."
Ser apaixonada por leitura não ia de encontro à minha origem. Vinda de uma família humilde, eu não tive acesso a livros de ficção no decorrer de minha infância. Eles eram caros e meus pais esforçavam-se por comprar os estritamente necessários (e chatos!), tais como: matemática, física, química, etc.
Tive que deixar minha paixão pela leitura de lado e começar a trabalhar desde cedo. O tempo se esvaía, como água entre os dedos, e não me sobravam minutos para os sonhos. Nunca. Minha vida foi tomando outros rumos e acabei me formando em Odontologia (que, por sinal, aprendi a amar também).
Porém, a mesma vida que me fez mudar de direção, deu uma guinada em sua trajetória e me colocou face a face com meu antigo e fulminante amor: Os Livros de Ficção, mais especificamente, os livros infanto-juvenis. Wokaholic assumida, vi meu mundo ficar de cabeça para baixo quando meu médico me disse que estava grávida, mas que era uma gravidez de risco e que teria que ficar de repouso durante os nove meses, caso realmente quisesse segurar o bebê em meus braços.
De início, achei o máximo ficar algumas semanas sem fazer nada, só comendo besteiras e vendo todos os programas da televisão ( que nuca tive a oportunidade de assistir!). Mas, os dias foram passando e, com eles, a minha paciência. Após um mês deitada, comecei a ficar nervosa e estava a um passo da depressão quando meu marido (e nas horas vagas, meu super herói) entrou em ação. Vou me recordar até os últimos dias de minha vida quando ele chegou em casa carregando um presente envolto num lindo embrulho e disse com um sorriso travesso nos lábios:
"Você já dormiu demais. Está na hora de começar a sonhar."
Abri o pacote e lá estava o meu grande amor piscando para mim: um livro de ficção e não de odontologia. E era infanto –juvenil!
Bom, dali em diante, devorei quantidades absurdas deles. Não sei se vale a pena dizer, mas eu li quase 100 livros em menos de um ano. Loucura, não? Mas é a pura verdade.
O resto são detalhes.
E aqui estou eu...

Quem comprar o livro na pré venda ainda ganha brinde! (foto abaixo)



A autora que participou da edição passada da 32° Feira do Livro voltará a Brasília (a saudade bateu!) para a 33º Feira do Livro de Brasília. A autora estará na Feira no dia 25/06 (domingo) onde fará uma palestra sobre “Novas plataformas de divulgação e publicação”, e sessão de autógrafos. Link do evento: aqui.



Vamos prestigiar a literatura nacional? 😉



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20/06/2017

RESENHA – Guanabara Real: A Alcova da Morte (A. Z. Cordenonsi, Enéias Tavares, Nikelen Witter)

Ficha técnica:
Referência bibliográfica: Cordenonsi, A.Z.; Tavares, Enéias; Witter, Nikelen. Guanabara Real - A Alcova da Morte. 1ª edição. Porto Alegre, Editora AVEC, 2017. 240 páginas.
Gênero: Ficção Steampunk
Temas: Mistério, ocultismo, assassinatos, investigação.
Categoria: Literatura Nacional.
Ano de lançamento: 2017
Série: Guanabara Real - A Alcova da Morte (livro 1)
Onde comprar: Amazon | Saraiva 








  “O homem fez um gesto para o Intendente e ambos puxaram as cordas que ali estavam simbolicamente. Os longos panos inaugurais foram puxados por uma máquina instalada junto ao pedestal e, ao caírem, finalmente revelaram uma estátua impressionante.
         Era descomunal e chocante nos seus trinta e oito metros de altura. Fruto de uma engenharia avançada até para os padrões europeus.
         Com os braços abertos, a figura longilínea, de barbas e cabelos longos, contemplava carinhosamente o Rio de Janeiro aos seus pés.
             Os “ohs” foram logo abafados por fortes aplausos.
*Guanabara Real – A Alcova da Morte (pág. 18 e 19).

Rio de Janeiro.
A cidade se encontrava em polvorosa com a inauguração de um gigantesco monumento no morro do Corcovado. A alta sociedade carioca estava presente no que parecia ser uma noite memorável e que seria por muito tempo lembrado por todos. Porém, chegado o grande dia, um horrendo crime choca a todos: um cadáver é encontrado em uma câmara enigmática escavada dentro do morro que rapidamente foi apelidada de “Alcova da Morte”. Maria Tereza, uma detetive particular, estava na festa e se envolve na investigação junto aos seus dois associados da Agência de Detetives Guanabara Real. O que parecia ser apenas mais um caso, aos poucos se transforma em uma intrincada trama de poder e corrupção que põe em risco não só a Cidade Maravilhosa, mas todo o Brasil.
Guanabara Real – A Alcova da Morte é o primeiro volume de uma série concebida pelas mãos de três autores: Enéias Tavares, A.Z. Cordenonsi e Nikelen Witter. A obra conta a história de três detetives de uma agência chamada Guanabara Real. Eles são investigadores particulares, desvendando crimes que ora são ignorados pelas forças da lei, ora nem a própria polícia dá conta de resolver. Maria Tereza, fundadora da agência, é incumbida por um contratante misterioso de solucionar um caso de assassinato no dia da inauguração de um monumento do magnata Barão do Desterro. Junto a seus associados – o Dr. Firmino Boaventura e o dândi místico Remy Rudá – Maria Tereza começa a descobrir que o assassinato era apenas a ponta de um Iceberg profundo e sombrio.
(imagem)

Sensacional! Acho que usaria essa palavra se pudesse resumir minha experiência com a obra. Embora soubesse de antemão que o trabalho dos autores era bom, tive um pouco de receio, já que são três cabeças pensantes em um único livro. Se já é complicado centrar ideias com um, com dois, imagina com três autores! Mas eles cumpriram com êxito o desafio e entregaram um livro brilhante, instigante e muito bem escrito.
O livro é ambientado em um Brasil pós-Proclamação da República, e embora tenha a cidade do Rio de Janeiro como cenário, Guanabara Real está em um universo alternativo steampunk, onde máquinas a vapor e engenhocas avançadas demais para a época eram coisas corriqueiras. Posso citar como exemplo a mão robótica de Firmino, que consegue reproduzir com perfeição os movimentos de uma mão comum e seu carro-caldeira, seu meio de transporte mecânico. Além de outros apetrechos que o engenheiro utiliza em suas investigações. E ao mesmo tempo, a obra respeita muitas das características da Cidade Maravilhosa, dando um tom crível para a narrativa, com a única peculiaridade de estar inserida em um universo mais fantástico.
Cada capítulo é focado em um dos personagens. Isso é interessante porque os três são muito diferentes entre si. Cada qual com sua perspectiva de mundo, suas experiências, e suas crendices (ou falta delas). Isso é amplamente ilustrado na relação entre Remy e Firmino. O primeiro acredita em forças que vão além da compreensão humana, enquanto o segundo é pragmático e acha que Remy é apenas um charlatão. E existe a figura de Maria Tereza para segurar as rédeas e dar um jeito nas “crianças”. E essa troca de visões entre os autores faz com que a leitura fique ainda mais dinâmica.

       “Vasculhou a valise atrás de uma máquina ferrótipa de papel albuminado, posicionando-a no centro da câmara. Remy já devia estar chegando e era melhor ele terminar o seu trabalho o quanto antes. Não suportaria ver o místico invadir o local com seu olhar superior, enquanto passava as mãos pelas paredes, colhendo ‘vibrações’. Não entendia como Maria Tereza tolerava aquele embusteiro”.
*Guanabara Real – A Alcova da Morte (pág. 29).

(imagem)
Da esquerda para a direita: Remy, Maria Tereza e Firmino
O ponto alto do livro são as críticas sociais abordadas pelos autores ao longo da narrativa. Guanabara Real é um tapa na cara da sociedade, pois retrata, na forma de seus personagens, todo o preconceito que as pretensas minorias sofrem apenas por serem quem são. Livrando-se de estereótipos, os autores entregaram personagens incomuns até mesmo para a nossa literatura contemporânea. Sem contar que a obra é ambientada em uma época em que ser machista, racista ou homofóbico era praticamente comum. Fora isso, temos o abismo socioeconômico no qual vivem os habitantes. Os mais abastados vivendo em mansões luxuosas, com acesso a boa saúde, educação e segurança, enquanto os pobres vivem em favelas mal cheirosas, onde a criminalidade domina tudo e a todos.

“O bilheteiro, que viajava em pé, com cara de quem gostaria de estar em qualquer outro vagão, desdobrava-se em explicações aos passageiros. Era o progresso, respondia ele, enquanto atentava ao rangido das engrenagens de sua mão mecânica e para a cor de sua pele. O dinheiro era tão bom quanto o de qualquer outro e o patrão o demitiria se não o recebesse. Era a Lei e a companhia teria problemas se não dispensasse um tratamento mínimo aos novos cidadãos.
Firmino ajeitou a luva na mão direita. Era um gesto automático e ele se irritou. Ao esconder as engrenagens, parecia estar dando vazão aos sentimentos alheios, reforçando a tese do seu não pertencimento àquele lugar”.
*Guanabara Real – A Alcova da Morte (pág. 29).

E isso é retratado com muito êxito na figura dos três personagens centrais: Maria Tereza, por ser uma mulher que comanda um negócio, tem de conviver com o machismo, sendo sempre vista com olhares tortos pelos homens, já que a mulher daquela época era submissa às vontades dos homens. E a detetive tinha de conviver e lidar diariamente com essas pessoas por ser a líder da agência. Firmino é negro, e isso por si só já é o suficiente para que seja tratado com inferioridade por todos a sua volta. Nem mesmo seu conhecimento avançado de engenharia o salva do racismo. E por fim, Remy possui traços indígenas, é bissexual e lida com o misticismo. Em um país conservador e majoritariamente cristão, o dândi é visto com maus olhos por todos. Juntos, os três personagens são personificações da luta contra o preconceito que as minorias sofrem perante a sociedade. Porém, isso acaba por se tornar combustível para fortalecê-los. A cada tombo, eles se levantam mais fortes e mais capazes de transpor todos os desafios, mostrando que o primeiro passo para combater o preconceito é se levantar e erguer a cabeça.

“Remy adentrou o espaço centenário, ignorando os poucos visitantes que ainda estavam por perto e suas piscadelas de reprovação. Era uma existência interessante, ser um pária em todos os lugares e diante de todas as gentes.
           E Remy se divertia com isso. ”
*Guanabara Real – A Alcova da Morte (pág. 67).

            A obra foi escrita em terceira pessoa. O interessante é que a cada capítulo acompanhamos a história pela ótica de um dos três personagens centrais. Ou seja, cada capítulo é escrito por um dos autores do livro. Nikelen Witter se encarregou de dar voz a personagem Maria Tereza. Andre Zanki Cordenonsi ao personagem Firmino, enquanto Enéias Tavares deu voz ao personagem Remy.
Mas não pensem que os capítulos são focados em apenas um personagem. Embora seja central, eles interagem entre si na maioria dos capítulos. Cada vez que o foco muda, podemos descobrir um pouco mais sobre aquele personagem em destaque. Para aqueles que acham que isso pode comprometer o ritmo da história, digo que não foi o caso. Os três souberam dosar bem a trama, amarrando todas as pontas sem deixar qualquer disparidade ou erros de continuidade na troca de capítulos. A fluidez da narrativa é veloz. Embora a linguagem empregada no livro seja propositalmente adaptada para replicar a época em que a história ocorre, isso não chega a atrapalhar em nada o entendimento do livro.
Cada novo capítulo nos faz ficar ainda mais curiosos com o seguinte, prendendo ainda mais a atenção. Os autores fizeram questão de terminar um capítulo com alguma coisa importante e enquanto você lê o próximo, fica louco para saber o que vai acontecer com o outro personagem e assim a obra caminha até o final (e que final, meus amigos, que final!). A revisão está muito boa, quase não vi erros. A editora AVEC está de parabéns pelo trabalho feito na diagramação. O livro é lindo. Destaque especial para os recortes de jornais usados em algumas passagens do livro. Cada capítulo (são 21 ao todo) vem com uma identificação de quem é o personagem, a data, o local e o horário dos acontecimentos (foto abaixo). Elementos esses que ajudam demais o leitor a se situar na trama A capa mostra os mocinhos, com a fantástica Maria Tereza no meio, o enigmático Remy à esquerda e o gênio Firmino à direita.
(imagem)

Andre Zanki Cordenonsi é um autor gaúcho de fantasia e aventura. Ele foi finalista do prêmio Argos 2014, a principal premiação nacional do gênero. É romancista, membro do Conselho Steampunk – Loja Rio Grande do Sul e contista, com mais de uma dúzia de textos publicados. Atualmente é professor da Universidade Federal de Santa Maria e palestrante. Andre nasceu em Santa Maria, Rio Grande do Sul, onde mora com a esposa e dois filhos.
Enéias Tavares é professor de Literatura Clássica na Universidade Federal de Santa Maria e diretor do Centro de Pesquisas William Blake. Escreve ficção desde que tinha seis anos de idade (se é que rabiscos num pedaço de papel que o próprio considerava histórias em quadrinhos podem ser chamadas de ficção). Criou Brasiliana Steampunk em setembro de 2013, aglutinando velhas ideias para romances não terminados, heróis da literatura brasileira e verniz retrofuturista. Desde então, tem sido visto na companhia de pessoas suspeitas em fantasias exóticas. Sua base de operações é Santa Maria (RS).
Nikelen Witter é uma escritora que se define pela necessidade insufocável de contar histórias. Amante da leitura, se encontrou como escritora de Literatura Fantástica em 2005. Os contos começaram a ser publicados em 2011, em diversas antologias de editoras de diferentes partes do Brasil. Seu conto Mary G. foi finalista do Prêmio Hydra de 2014. Seu romance Territórios Invisíveis (2ª ed. 2017, Avec Editora), foi finalista do Prêmio Argos de 2013. É uma das organizadoras do projeto Odisseia de Literatura Fantástica. É também historiadora, professora e pesquisadora das questões de feminismo e de gênero.
          Guanabara Real - A Alcova da Morte é um livro que começo recomendando para os aficionados em literatura fantástica. Temos conceitos do gênero Steampunk, temos boas doses de misticismo. Além do fantástico, os fãs do suspense vão encontrar uma narrativa regada a mistérios, assassinatos e maquinações que farão você devorar as páginas para tentar descobrir o que está acontecendo. Mas não se engane com o que digo, não só de morte e ação vive a obra. Há espaço para romances e até mesmo pitadas ácidas de erotismo.  Porém, acredito que o grande atrativo de Guanabara seja as toneladas de críticas sociais. Sem levantar bandeiras, os autores exploram de forma brilhante o preconceito impregnado na sociedade.
          Com um enredo fascinante, personagens carismáticos, um final surpreendente e um gancho gigantesco para a próxima aventura dos detetives, Guanabara Real - A Alcova da Morte foi uma agradável surpresa e mal vejo a hora de ter em mãos o próximo volume.



Bibliografia de A. Z. Cordenonsi, Enéias Tavares e Nikelen Witter (ordem cronológica):

Livros:

  • Guanabara Real: A Alcova da Morte – Editora AVEC (2017).
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15/06/2017

Clube do Livro - Uma Sombra na Escuridão

Olá, queridos leitores! Esse mês teremos um evento super especial! O nosso Clube de Leitura (pasmem!) está completando 1 ano de existência 💗. E para comemorar faremos uma edição especial, com o debate do livro "Uma Sombra na Escuridão". 


O que é?

Alô Brasiliaaaa!!!!! Junho chegou e com ele mais um clube do livro!! Este mês vamos com esse thriller sensacional UMA SOMBRA NA ESCURIDÃO do Robert Bryndza! Para participar do clube é mmmmmuito simples: Leia o livro tema, Compareça a livraria Cultura e participe!! A entrada é gratuita! Com a mediação do blog Academia Literária! Esperamos você!

Quando?

Dia 17 de junho (sábado), às 16h00

Onde? 

Livraria Cultura - Casa Park

Link do evento: aqui.


Mapa:



Vamos?
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13/06/2017

RESENHA - In Flight (R. K. Lilley)

ATENÇÃO!
A obra resenhada apresenta cenas eróticas. Leitura não recomendada para menores de 18 anos.
R. K. Lilley
Ficha técnica:
Referência bibliográfica: LILLEY, R.K. In Flight – série nas alturas. 1ª edição. Rio de Janeiro, Charme, 2016. Tradução: Monique D’Orazio. 336 páginas.
Gênero: Romance, Ficção erótica
Temas: Erótico, comissária de bordo, BDSM, bilionário
Categoria: Literatura Estrangeira; Literatura Americana
Ano de lançamento: 2012 nos Estados Unidos da América e 2016 no Brasil
Série: In Flight (Livro 1)

“As horas que a gente menos quer são as horas que mais precisa – ele me disse.”
In Flight – Livro 1. (posição 561 - E-book via Amazon)







Queridos leitores, este livro faz parte da série “Nas alturas”, que até o momento já conta com três livros lançados no exterior.
Nesta história vamos conhecer a Bianca (Bi) Karlsson. Ela, juntamente com seu melhor amigo, Stephan, são comissários de bordo da primeira classe de uma famosa empresa aérea. Em um dos seus voos, ela conheceu o intrigante passageiro James Cavendish. Para ela foi estranho ver aquele homem, que era um milionário famoso – e tinha seu próprio avião, pegar um voo doméstico, sendo que o mais estranho era que ele pegava os voos sempre nos turnos de trabalho dela.
Em uma dessas viagens, ele a chamou para sair. Porém, como ela não tinha intenção nenhuma de se envolver em um relacionamento e, muito menos, com um cliente da empresa, a Bianca recusou o convite. Desta forma, como a comissária não aceitou a investida dele (clichê, eu sei!), ele ficou com mais vontade ainda de levá-la para a cama sair. Todavia, leitores, não pensem que ele queria um relacionamento sério. Pelo contrário, logo no início ele já deixou bem claro que queria apenas uma coisa com a garota: sexo selvagem e sem compromisso.
O James, no início, ficou com uma pitada de ciúme da amizade dela com o Stephan. Contudo, ao longo dos dias, ele percebeu que o que eles tinham era apenas uma grande amizade. Para a surpresa dela, o amigo revelou para o Sr. Cavendish que ela ainda era virgem. O que aconteceu? Ele ficou mais louco ainda pela garota. Rsrsrs
Os dois passaram a se relacionar. Porém, eles não esperavam que o acordo fosse ultrapassar os limites do coração.
Ambos os personagens possuem problemas que tiveram na infância, acredito eu que serão mais trabalhados na continuação deste livro. Inclusive, ressalto que esses problemas, provavelmente, são a grande causa do medo e da confusão que eles criaram de se envolverem em um relacionamento sério.
Outra questão que também me intrigou foi a insistência do James em não querer que ninguém soubesse que eles tinham um envolvimento, mesmo que casual. Por conta dessa recusa, ele cometeu um deslize que deixou a Bi magoada, com razão.
Leitores, essa história tem algumas partes que abordam o BDSM. Contudo, essa abordagem não é o fator principal da história, mas, sim, o envolvimento sexual deles. Recomendo este livro para aqueles leitores que se tornaram fãs da série “Cinquenta Tons de Cinza”.
A autora do livro, R.K. Lilley, é a autora da série best seller Up In The Air, entre outros livros. Mora no Texas com seu marido e seus dois filhos, e já trabalhou em vários lugares, mas jura que só soube o que era trabalho duro quando teve os filhos. Sempre foi viciada, desde que ela consegue se lembrar, em ler e escrever histórias de ficção e romances. Ela gosta de viajar, ler, caminhar, pintar, jogar, assistir animações, e aproveitar ao máximo cada dia. Atualmente ela está trabalhando em vários livros, inclusive na continuação da série Crossing Fire.
Por fim, ressalto que o livro é composto por 36 capítulos mais o epílogo. Ele é narrado pela ponto de vista da Bianca, em primeira pessoa, de uma forma linear cronológica. Ao finalizar o epílogo, fiquei com uma vontade muito grande de ler a continuação da história desse casal. Porém, infelizmente, a sequência ainda não foi lançada aqui no Brasil.

Bibliografia de R. K. LILLEY (ordem cronológica):

In Flight
Fonte: http://bookbash.net/author/r.k.-lilley
Livros:
  • In Flight – série “Nas alturas” – Charme (2016)





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